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Entre os dias 18 e 25 de setembro foi comemorada mais uma Semana Nacional do Trânsito (2018). Esse é um período em que muito se fala no alto índice de mortes por acidentes o que traz à tona o tema Educação para o Trânsito. Mas, infelizmente, esses são assuntos dos quais eu, você e a sociedade geral observamos como meros espectadores e não temos a concepção de que o trânsito é feito por cada um de nós. Para individualizar este envolvimento, convido o leitor a fazer a seguinte reflexão: Qual é a sua parcela de responsabilidade nesta tão aclamada e necessária Educação para o Trânsito?


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O Conselho Nacional de Trânsito (Contran), acertadamente, estabeleceu como tema  para as ações 2018 o seguinte slogan: “NÓS SOMOS O TRÂNSITO”. Essa frase de impacto deixa clara a intenção do Contran em mostrar que você é o trânsito. Não devemos ver o trânsito como uma peça teatral onde os outros são os atores e nós nada temos a ver com isso.

A normalidade com que vemos as matérias noticiando mortes no trânsito nos dá a errônea impressão de que isso acontece somente com desconhecidos. Mas um dia chega no seu vizinho, num amigo, num colega de trabalho e pode acontecer com você ou um familiar seu. Esta é a verdade. Não dá pra continuarmos ignorando isso.

É peculiar das pessoas terceirizarem responsabilidades – “ah, o governo não faz nada para resolver essa questão dos acidentes de trânsito”. Mas e você? Será que não há nada que você possa fazer para mudar este cenário? Pense quantas vezes, só nesta semana, você expôs a si ou passageiro do seu veículo a riscos pela negligência do não uso do cinto de segurança; criança sem o devido dispositivo de retenção ; garupeiro sem capacete; teclou enquanto dirigia; e por aí vai.

Quando você está dirigindo e, ao mesmo tempo, mexendo no celular, o seu filho está a observá-lo e entende que esta é uma prática normal. O bom exemplo é uma das formas mais poderosas de educar: EDUCAÇÃO PELA INFLUÊNCIA.

Perceba que a Educação para o Trânsito deve ser uma responsabilidade individual (você) e não generalizada. Quando pensamos “nós vamos fazer algo”, dificilmente fazemos. Individualize essa responsabilidade. Diga: EU VOU FAZER A MINHA PARTE.

Portanto, não espere que o governo resolva todos os problemas do trânsito. Faça você mesmo. Seja diferente, no trânsito. Comece a educar pelos pequenos gestos e, com bons exemplos, seja uma referência de segurança no trânsito e demonstre o seu respeito à vida.

Com essas palavras, desejo que você inicie agora mesmo o seu papel de educador no trânsito e tenha em mente o seguinte pensamento: COMO VOCÊ TEM INFLUENCIADO NO TRÂNSITO?

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