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Populismo inconsequente - Trânsito é coisa séria

O Projeto de Lei nº 11173/18 de autoria do deputado Roberto de Lucena (Pode-SP), que pretende fazer algumas alterações no Código de Trânsito Brasileiro, acabou virando notícia nos últimos dias. Trata-se de uma medida nitidamente populista e claramente ineficaz sob o ponto de vista da segurança no trânsito.

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Dentre as mudanças propostas, podemos citar os veículos que passam ser considerados como sendo “oficiais”, que são aqueles destinados a socorro de incêndio e salvamento, os veículos caracterizados ou descaracterizados de polícia, os veículos particulares de policiais federais, civis e militares, os de fiscalização e operação de trânsito, as ambulâncias e todo veículo, caracterizado ou não, de propriedade pública ou locado pela Administração Pública direta e/ou indireta, ou, particulares que atendem a necessidade ou utilidade pública, a exemplo dos veículos de propriedade de policiais federais, civis e militares em virtude da natureza do exercício de suas funções.

Ainda de acordo com o projeto, esses veículos passam a ter preferência de passagem em vias não sinalizadas e seus condutores terão um tratamento diferenciado, ou seja, os policiais, bombeiros, médicos, taxistas, motoristas de ônibus e servidores públicos que têm como função a de motorista, passa a não mais receber pontuação pelas infrações cometidas, por exercerem profissão de natureza pública.

Os táxis, os veículos de transporte coletivo de passageiros e os veículos de propriedade de médicos, também são considerados veículos particulares de acordo com o projeto, porém, de utilidade pública e gozam de livre circulação, estacionamento e parada no embarque e desembarque de pessoas, animais ou coisas.

Ficariam ainda dispensados do cumprimento dos limites máximos de velocidade os veículos oficiais em situação de urgência ou emergência, bem como, os veículos particulares de necessidade ou utilidade pública que também se encontrem em igual situação, exceto táxis, veículos de transporte coletivo de passageiros e veículos de propriedade de médicos.

Sabemos da importância das atividades desenvolvidas por todos esses profissionais mencionados no projeto e da sua relevância pelos serviços que prestam à sociedade, mas as inúmeras prerrogativas que podem ser conferidas caso a proposta seja aprovada e se torne lei é desarrazoada, a isonomia (art. 5º da CF/88) está sendo deixada de lado, sobretudo quando se observa o contexto da violência no trânsito.

O projeto ainda aborda a isenção tributária total na compra de automóveis, qualquer que seja seu valor, sendo aplicada a apenas um veículo de propriedade do policial federal, civil ou militar, ativo ou inativo, ficando vedada sua alienação em um período inferior a vinte e quatro meses contados da data da aquisição do veículo na condição de isento. Outra possibilidade é o das Polícias Civis passarem a atuar na fiscalização de trânsito, o que não é possível atualmente, de acordo com o CTB.

Como se não bastasse tudo o que vimos até aqui, considero as próximas três propostas de mudança que apresentaremos na sequência, como sendo as mais contraditórias com o cenário do trânsito atual. A primeira delas é a possibilidade de deixar de serem consideradas infrações puníveis todas aquelas em que o condutor do veículo possa saná-las no local em que forem cometidas, a exemplo de um estacionamento irregular, da não utilização do cinto de segurança, dentre outras que possam se enquadrar nessa condição.

A segunda é uma mudança no sistema de registro de pontos, passando a infração gravíssima a registrar seis pontos no prontuário, a grave quatro, a média três e a leve não mais registraria pontuação alguma, sendo cobrado apenas o valor da multa.

O terceiro e último destaque é o que chamou mais a atenção no noticiário e nas redes sociais, que é o aumento da quantidade de pontos no prontuário do condutor para que este venha a sofrer a aplicação da penalidade de suspensão do direito de dirigir. Atualmente esse limite é de vinte pontos e passaria a ser de cinquenta, sem fazer menção ao período em que o condutor teria que cometer as infrações para ensejar a abertura do processo.

A sociedade conhece bem os números alarmantes de acidentes e mortes que o trânsito brasileiro produz todos os anos, pois quase 50 mil pessoas perdem a vida por atitudes imprudentes. Se para o autor do projeto a legislação atual é rigorosa ou tem intenções arrecadatórias, imagine as consequências se a lei for abrandada como se pretende, a quem pode interessar tais medidas?

Para as pessoas que estão comemorando a possibilidade desse devaneio legislativo se tornar lei e criticando aqueles que, assim como este que vos escreve, são contrários ao projeto, analise bem tudo aquilo que expusemos nesse texto e imagine a possibilidade de um condutor imprudente avançar o sinal vermelho do semáforo ou ultrapassar em local proibido colocando em risco sua segurança ou de seus familiares, não se preocupe, depois de mais oito infrações dessas o condutor será suspenso.

Caruaru-PE, 14 de fevereiro de 2018.

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Transporte de Crianças

De acordo com dados da ONG Criança Segura Brasil, entre os anos de 2001 e 2016 os acidentes de trânsito vitimaram quase 19 mil crianças de até 9 anos de idade. Uma das causas desses números lamentáveis é a forma como se transporta as crianças nos veículos.

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O art. 64 do Código de Trânsito Brasileiro estabelece que as crianças com idade inferior a dez anos devem ser transportadas nos bancos traseiros, salvo exceções regulamentadas pelo CONTRAN. Por sua vez, o Conselho Nacional de Trânsito, que a princípio deveria regulamentar apenas as exceções, tratou do tema de maneira mais detalhada em algumas de suas normas específicas.

A Resolução nº 277, de 28 de maio de 2008, que entrou em vigor 730 dias depois da sua publicação, conceitua dispositivo de retenção para crianças como sendo o conjunto de elementos que contém uma combinação de tiras com fechos de travamento, dispositivo de ajuste, partes de fixação e, em certos casos, dispositivos como: um berço portátil porta-bebê, uma cadeirinha auxiliar ou uma proteção anti-choque que devem ser fixados ao veículo, mediante a utilização dos cintos de segurança ou outro equipamento apropriado instalado pelo fabricante do veículo com tal finalidade.

Portanto, as crianças com até um ano de idade deverão utilizar, obrigatoriamente, o dispositivo de retenção denominado “bebê conforto ou conversível”. No caso das crianças com idade superior a um ano e inferior ou igual a quatro anos deverão utilizar, obrigatoriamente, o dispositivo de retenção denominado “cadeirinha”. Já as crianças com idade superior a quatro anos e inferior ou igual a sete anos e meio deverão utilizar o dispositivo de retenção denominado “assento de elevação”. As crianças com idade superior a sete anos e meio e inferior ou igual a dez anos deverão utilizar o cinto de segurança do veículo.

Apesar de o texto normativo fazer menção a criança com idade inferior ou igual a dez anos, induzindo talvez a uma distorção na interpretação, Arnaldo Rizzardo (Comentários ao Código de Trânsito Brasileiro, 2013, p. 162) esclarece: “Como a regra alcança crianças com idade inferior a dez anos, somente infringirá o Código o transporte no banco dianteiro de criança até o último dia dos nove anos, eis que as de dez anos ou mais não estão englobadas no artigo. Diferente seria se a disposição viesse nessa redação: crianças com até dez anos de idade. Neste caso, a abrangência atingiria um maior alcance”.

Esses dispositivos são projetados para reduzir o risco ao usuário em casos de colisão ou de desaceleração repentina do veículo, limitando o deslocamento do corpo da criança com idade até sete anos e meio. Importante destacar que as exigências relativas ao sistema de retenção não se aplicam aos veículos de transporte coletivo, aos de aluguel, aos de transporte autônomo de passageiro (táxi), aos veículos escolares e aos demais veículos com peso bruto total superior a 3,5t.

A Resolução nº 541/2015 do CONTRAN pretendia trazer a obrigatoriedade da utilização dos dispositivos de retenção para os veículos de transporte escolar, cuja exigência iniciaria no dia 01 de fevereiro de 2016. Entretanto, a Resolução nº 562/2015 prorrogou o prazo para o dia 01 de fevereiro de 2017 e por fim, a Resolução nº 639/2016 suspendeu a exigência de utilização de dispositivo de retenção para o transporte de crianças com até sete anos e meio de idade em veículos utilizados no transporte escolar, até que os referidos veículos sejam fabricados com cintos de três pontos e sistemas de ancoragem do tipo isofix, que é um sistema que proporciona um vínculo estrutural bem seguro e rápido entre o dispositivo de retenção e a própria carroçaria do veículo.

A Deliberação nº 100/2010 do CONTRAN, referendada pela Resolução nº 391/2011 trouxe exceções quanto ao transporte de crianças menores de dez anos no banco dianteiro com o uso do dispositivo de retenção adequado ao seu peso e altura, nas seguintes situações: quando o veículo for dotado exclusivamente deste banco; quando a quantidade de crianças com esta idade exceder a lotação do banco traseiro; ou quando o veículo for dotado originalmente (fabricado) de cintos de segurança subabdominais (dois pontos) nos bancos traseiros. Convém destacar que, excepcionalmente, as crianças com idade superior a quatro anos e inferior a sete anos e meio poderão ser transportadas utilizando cinto de segurança de dois pontos sem o dispositivo denominado “assento de elevação”, nos bancos traseiros, quando o veículo for dotado originalmente destes cintos.

Na hipótese de a quantidade de crianças com idade inferior a dez anos exceder a capacidade de lotação do banco traseiro, será admitido o transporte daquela de maior estatura no banco dianteiro, utilizando o cinto de segurança do veículo ou dispositivo de retenção adequado ao seu peso e altura. Excepcionalmente, nos veículos dotados exclusivamente de banco dianteiro, o transporte de crianças com até dez anos de idade poderá ser realizado neste banco, utilizando-se sempre o dispositivo de retenção adequado ao peso e altura da criança.

A inobservância de tais regras configura infração de trânsito prevista no art. 168 do CTB: “Transportar crianças em veículo automotor sem observância das normas de segurança especiais estabelecidas neste Código”. A infração é de natureza gravíssima, serão registrados 7 pontos no prontuário, multa de R$ 293,47 e retenção do veículo até que a irregularidade seja sanada.

No caso das motocicletas, motocicletas, motonetas e ciclomotores, a infração ocorre por transportar criança menor de sete anos ou que não tenha, nas circunstâncias, condições de cuidar de sua própria segurança, conforme inciso V do art. 244 do CTB. Perceba que nesse caso a irregularidade se dá por dois motivos, a idade da criança transportada e a falta de segurança no transporte de criança entre 7 e 12 anos em circunstâncias inseguras, a exemplo de uma criança com o braço engessado. Nesses casos a infração é de natureza gravíssima, 7 pontos, multa de R$ 293,47, recolhimento do documento de habilitação e suspensão do direito de dirigir pelo período de dois a oito meses.

Lamentavelmente em muitos casos os pais ou responsáveis legais não adotam os cuidados necessários para transportar as crianças. As justificativas são as mais variadas, como o fato de ser o único meio de transporte de que dispõe, nos casos em que o pai transporta o filho na motocicleta entre ele mesmo e a mãe, na falta do dispositivo de retenção apropriado para o automóvel ou quando possui, prefere transportar a criança no colo em pequenos percursos, mas que possuem riscos como em qualquer outra situação.

O que mais chama atenção negativamente é ver pais que transportam os filhos de forma insegura e que ao serem abordados pela fiscalização de trânsito, sendo corretamente autuados, reclamarem da sanção eventualmente imposta. Ora, isso é algo que pode ser facilmente evitado, basta cumprir a lei ou aceitar as consequências, seja ela qual for. Afinal de contas, a vida de um filho não tem preço.

Caruaru-PE, 12 de fevereiro de 2019.

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Motorista treinado, acidente zero

POR QUE AS EMPRESAS PRECISAM TREINAR SEUS MOTORISTAS

Apesar de o Brasil ser signatário do programa mundial de redução de acidentes de trânsito e de ter se comprometido a reduzir em pelo menos 50% o índice de óbitos nas rodovias até 2020, vivemos uma realidade totalmente inversa, onde a cada ano o número de mortos e sequelados tem aumentado causando dor aos entes e prejuízos aos cofres públicos e privados. Diante desse cenário a pergunta é: Será que sua empresa tem feito TUDO que pode para mudar esse cenário desfavorável?

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PANORAMA DA SITUAÇÃO

Não é segredo para ninguém que nossas estradas e rodovias estão longe de oferecer condições seguras de tráfego. Pouco, ou nada, se tem destinado, do que é arrecadado com impostos e multas de trânsito, para construção e manutenção de nossas rodovias.

Viadutos caindo; pontes interditadas por risco de desabamento; condições extremas de fluidez e congestionamento; pessoas apressadas – parece que todos têm urgência em resolver seus próprios problemas e com isso se esquecem da segurança.

Apesar de alguns desses fatores serem adversos ao condutor, certamente muito se tem a fazer pela segurança da sua equipe de motoristas e conservação da frota – automóveis ou motocicletas.

Treinar a equipe de condutores é fundamental para que o número de acidentes seja reduzido ao mínimo possível e, quem sabe, alcançar a meta de ACIDENTES ZERO.

A manutenção da frota é importante, mas de nada adianta se não tivermos bons motoristas – pessoal qualificado e bem treinado.

O que encontramos hoje – sem querer generalizar – são condutores sem um treinamento eficaz, que estejam efetivamente preparados para esta “selva de aço” que é o trânsito brasileiro.

O número de acidentes por erros na direção supera em muito a falta de manutenção dos veículos.

Obviamente que uma ação isolada não vai resolver o problema de acidentes e prejuízos materiais e físicos, mas que se fazem necessárias medidas que venham alinhar as duas coisas – frota e condutores.

A violência no trânsito é fatídica. Pessoas se transformam quando estão ao volante. A cultura de desrespeito tem se propagado e se tornado algo comum aos motoristas.

Desrespeitam as leis de trânsito; ignoram avisos e placas; trafegam no acostamento; fazem uso do celular enquanto dirigem; excedem os limites de velocidade; dentre outras tantas coisas que corroboram para esta tragédia.

Tais comportamentos talvez se justifiquem pela cultura de grandeza ao assumir a direção de uma máquina – transitam como se fossem os “senhores” das ruas.

Eis que então os acidentes acontecem, cujos resultados trazem, no mínimo, prejuízos financeiros às empresas proprietárias das frotas – e ainda colocam em risco a vida de seus colaboradores.

PROVIDÊNCIAS PARA MUDAR ISSO

Sobre os veículos, é preciso mantê-los em condições de trafegar sem colocar em risco a segurança do condutor e demais usuários das vias.

Quanto aos condutores, a cultura de EVOLUÇÃO CONTINUADA é o espírito que deve predominar. A importância de conscientizá-los das consequências de uma postura inadequada quando na condução e os danos que isso pode trazer para as pessoas, empresas e Estado.

Numa rápida auto-análise, proponho os seguintes questionamentos:

Será que o seu motorista conhece todas as placas e sinalizações de trânsito?

Conhece e respeita as normas de trânsito?

Sabe quais são os limites de velocidade nas rodovias e demais vias?

Sabe o que é Direção Defensiva?

Conhece Primeiros socorros e sabe prestar, se precisar?

Dirige com ética, prioriza a vida e preza pelo bom convívio no trânsito?

A pouco escrevi sobre o padrão dos condutores brasileiro e, neste texto, lancei este desafio: CLIQUE AQUI e teste seus conhecimentos como motorista.

COMPORTAMENTO “PADRÃO”

Condutores têm perdido a paciência por muito pouco, no trânsito. Uma simples fechada é motivo para agressões verbais e, às vezes, até física. Todo esse estresse é gerado por N fatores, mas nada que não seja aprimorado com um treinamento eficaz.

Estabelecer um padrão desejável de qualidade dos motoristas, principalmente os profissionais, é um dos objetivos no CURSO de Direção Defensiva e Manutenção Preventiva de veículos que criamos para ajudar você, empresário, a preparar sua equipe de motoristas e preservar sua frota – automóveis e motocicletas.

Neste curso seus motoristas vão aprender:

► Direção Defensiva

► Atualização sobre Legislação e Normas de Trânsito

►Procedimentos de Primeiros Socorros em acidentes de Trânsito

►Manutenção preventiva, corretiva e preditiva de veículos

O curso tem o objetivo de mostrar aos condutores profissionais por que os acidentes acontecem, quais a suas consequências e o que fazer para evitá-los.

Acidentes geram dor e prejuízos. Ignorar isso pode custar muito à sua empresa. Não perca mais tempo, acesse AQUI O NOSSO SITE e conheça melhor este curso que preparamos para treinar a sua equipe em busca da meta ACIDENTES ZERO.

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Ministro aponta para FIM dos SIMULADORES de direção nas autoescolas

O ministro da infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, declarou em entrevista realizada na Convenção Nacional da Confederação dos Transportadores Autônomos que pretende acabar com os simuladores de direção nas autoescolas: ”A ideia é reduzir a burocracia e os custos para aqueles que usam a CNH para trabalhar, como os motoristas, além da população em geral”.

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O ministro não fez rodeios ao demonstrar seu desagrado com a obrigatoriedade do simulador no processo de formação de condutores: “Vamos acabar com esse troço. Mas vão dizer que é importante… coisa nenhuma. Isso é para vender hardware e software, só para aumentar custo. É lobby, é máfia. Então, vamos acabar”, disse o ministro.

Para alguns especialistas, o fim do simulador pode refletir de forma negativa na formação dos novos condutores. J. Pedro Corrêa, fundador do Programa Volvo de Segurança no Trânsito, enfatiza: “Quando um Ministro de Governo diz que ´vamos acabar com esse troço´, certamente não parece ser o tipo de autoridade que gostaríamos de ver gerenciando um setor importante da vida brasileira que registra cerca de 40 mil mortes, 500 mil feridos, mais de 40 bilhões de danos materiais ao País. Este “troço”, se bem usado, pode ajudar a diminuir estas perdas e isto sem envolver máfias”

O curioso é que o “especialista” usa o argumento do ELEVADO NÚMERO DE ÓBITOS no trânsito para criticar a postura do ministro, sendo que o que temos atualmente é justamente o reflexo de um processo de formação de condutores INEFICAZ e isso, incontestavelmente, inclui o prejuízo de deixar de fazer 5 aulas num veículo de verdade para brincar de videogame.

Entretanto, a maioria dos profissionais da área veem o simulador como algo desnecessário e de custo x benefício injustificado. David Duarte Lima, doutor em Segurança de Trânsito afirma: “Não há qualquer estudo com representatividade sobre o tema. Os estudos existentes são frágeis, com amostras pequenas, sem validade para o Brasil. São experiências de “quase-laboratório”

Lima ainda destaca que “O que precisamos no Brasil é de um método de ensino de “prática de direção”. Para reduzir em cerca de 80% a violência no trânsito, entre outras ações, a Espanha reformulou completamente a formação dos instrutores. A atividade foi valorizada, os instrutores mais bem formados, a fiscalização implementada de forma eficaz – sem simuladores”.

Já emiti opinião sobre o que eu penso sobre o simulador. A vivência com esse dispositivo me mostrou que, mesmo para aqueles alunos que nunca dirigiram, o equipamento NÃO oferece os princípios encontrados quando na direção de um veículo de verdade.

Neste texto eu falo mais sobre os simuladores e outros problemas encontrados no processo de formação de condutores.

Penso que o ministro está indo na direção certa: Menos mi mi mi e mais REALIDADE. Chamar o simulador de TROÇO, ao contrário de demonstrar despreparo, como insinuou o “especialista” J. Pedro Corrêa, mostra que com a atual gestão “pau é pau, pedra é pedra”. Não tem que ficar cheio de dedinhos, não. Se não traz benefícios que justifiquem o seu custo, que acabe com esse “troço” mesmo… e que levem junto o toxicológico, as placas merDosul, exame em motopista e outras tantas baboseiras que só oneram e importunam a população.

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Economizar é morar bem

Existe no Rio Grande do Sul uma rede de supermercados bastante conhecida pela qualidade dos seus produtos e atendimento, do requinte de suas lojas e, consequentemente, pelo preço diferenciado cobrado por isso. Obviamente que, por não estar ganhando patrocínio pela propaganda, não vou citar o nome dessa rede, mas posso adiantar que o seu símbolo é um esquilo, como mostra o outdoor da imagem acima.

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Há alguns dias tive a oportunidade de palestrar numa SIPAT (Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho) dessa empresa. Durante a minha apresentação, mencionei ter uma ligação muito especial com essa rede de supermercados.

Passei grande parte da minha infância morando nas proximidades de uma das lojas da rede, a qual acabou se tornando um local pelo qual nutro um grande carinho pelas memórias guardadas. Tanto que, na infância, um dos meus sonhos era o de, quando crescesse, morar perto de uma loja da rede.

Com muito trabalho e esforço, acabei realizando esse sonho! Hoje, moro próximo a uma loja da rede na zona sul da cidade. Porém, por enquanto, a mesma serve muito mais como ponto de referência que de ponto de compras. Meu sonho de aposentadoria agora é, um dia, conseguir comprar lá…

Brincadeiras a parte, esse “sonho” é um exemplo de como a distribuição da cidade afeta diretamente na vida das pessoas e em seus deslocamentos diários. Supermercados como esse, assim como universidades, shoppings centers, centros comerciais ou empresariais são pólos de oportunidades dentro de uma cidade. A forma como esses pólos são distribuídos influencia, muitas vezes, na escolha de onde morar das pessoas – ou pelo menos deveria.

Atualmente, moro em um bairro que fica aproximadamente a 12 km de distância do centro da cidade. Isso, de ônibus, representa uma viagem de 35, às vezes 40 minutos. Tenho na porta de casa duas linhas de ônibus. Caminhando duas quadras até a avenida mais próxima, mais uma meia dúzia de linhas diferentes. Tenho uma oferta relativamente boa de transporte. Ainda assim, no entanto, há algum tempo tenho pensado em me mudar. Embora tenha alcançado meu antigo sonho de infância, há um outro sonho que hoje é mais premente.

Mais que o próprio sonho de poder comprar na já citada rede de supermercados. O sonho de não ficar mais parado (quarando) na parada de ônibus. Sonho em um dia poder pegar o primeiro ônibus que passar na parada, sem nem mesmo ver qual é.

Morar tão perto que qualquer linha me sirva. E caso alguém pergunte “Moço, sabe que ônibus é esse?” eu possa responder “Não sei, eu só entrei…“.

Morar perto do trabalho representa para cada vez mais pessoas algo que cada vez menos pessoas têm hoje em dia: qualidade de vida. Se dar ao luxo de poder voltar caminhando ou pedalando para casa representa uma economia de algo que as pessoas têm cada vez menos: tempo. Entretanto, escolher onde morar, infelizmente, não é um luxo que todos podem se dar.

O mercado imobiliário sabem muito bem como supervalorizar esses dois atributos tão estimados hoje em dia: qualidade de vida e tempo. Resultado disso: a maior parte da população, aquela mais necessitada, não tem direito nenhum de escolha, seja de onde comprar, onde morar ou que ônibus pegar.

A já citada rede de supermercados tem como slogan a frase Economizar é comprar bem. Se você, assim como eu, concorda com a menção, que fiz em ESTÁ PRONTO PARA DEIXAR SUA CASA NAS MÃOS DE UM ROBÔ?, à frase de Benjamin Franklin de que tempo é dinheiro, há de convir que, no contexto do trânsito, ECONOMIZAR É MORAR BEM!

Quando aplicar o art. 169 do CTB

A infração do artigo 169 tem correlação com uma das primeiras normas gerais de circulação e conduta, previstas no Capítulo III do CTB: a regra estipulada no artigo 28, que assim prevê: “O condutor deverá, a todo momento, ter domínio de seu veículo, dirigindo-o com atenção e cuidados indispensáveis à segurança do trânsito”.

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Trata-se, como se pode perceber, de uma infração de trânsito extremamente genérica, posto que praticamente TODAS as condutas infracionais se caracterizam ou por uma falta de atenção ou por uma falta de cuidados indispensáveis à segurança; assim, somente estará configurada a conduta prescrita no artigo 169, se o comportamento apresentado pelo motorista NÃO se enquadrar em nenhum outro artigo do Capítulo XV (Das infrações de trânsito).

Não é correto, portanto, o agente de trânsito autuar um condutor por qualquer outra infração, somada ao enquadramento do artigo 169, sob pena de punir o motorista duas vezes pelo mesmo motivo, configurando o chamado bis in idem, proibido na área do Direito penal (princípio este aplicado, por analogia, ao Direito administrativo sancionador). Este enquadramento é, portanto, subsidiário: aplica-se quando não há outro dispositivo mais específico para a conduta observada.

Como exemplo de situações que NÃO se enquadram no artigo 169, podemos citar: dirigir utilizando o telefone celular; dirigir com apenas uma das mãos; deixar de indicar com antecedência, mediante gesto regulamentar de braço ou luz indicadora, a mudança de direção; usar som automotivo em níveis superiores aos permitidos pelo Conselho Nacional de Trânsito (respectivamente, infrações dos artigos 252, VI; 252, V; 196; e 228), entre várias outras.

São exemplos de condutas que se ENQUADRAM no artigo 169: veículo de transporte coletivo que transita com uma das portas abertas; condutor comendo, bebendo ou fumando (sem retirar as duas mãos do volante); dirigir assistindo uma TV ou aparelho de DVD; dirigir olhando para o lado, para conversar ou mexer com um pedestre que esteja andando pela calçada etc.

Desde outubro de 2013, outras condutas que também devem ser autuadas com base no artigo 169, com base na Resolução do Conselho Nacional de Trânsito n. 453/13, são as seguintes:
– Conduzir e/ou transportar passageiro em motocicleta, motoneta, ciclomotor, triciclo motorizado de cabine aberta e quadriciclo motorizado com capacete de segurança sem viseira ou óculos de proteção;

– Conduzir e/ou transportar passageiro em motocicleta, motoneta, ciclomotor, triciclo motorizado de cabine aberta e quadriciclo motorizado com capacete e utilizando:
* viseira ou óculos de proteção sem boas condições de uso;
* viseira ou óculos de proteção em posição que não dê proteção total aos olhos;
* viseira ou óculos de proteção com película;
* viseira em padrão diverso do cristal, no período noturno;
* óculos de sol, óculos corretivos ou de segurança do trabalho (EPI), em substituição ao óculos de proteção.

– Conduzir e/ou transportar passageiro em motocicleta, motoneta, ciclomotor, triciclo motorizado de cabine aberta e quadriciclo motorizado com capacete:
* sem estar devidamente fixado à cabeça pelo conjunto formado pela cinta jugular e engate, por debaixo do maxilar inferior;
* do tipo modular, sem que a queixeira esteja totalmente abaixada e travada;
* de tamanho inadequado.

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Bicicleta como transporte diário: Possibilidade ou loucura?

Há alguns dias conversava via mensagens com um amigo que está morando há aproximadamente dois anos em Portugal. Tentando não me alongar demasiadamente na resposta, tentei ser sucinto ao resumir nossa situação aqui depois de alguns meses sem conversarmos: “…sigo enlouquecido com o condomínio (na condição de síndico), a Isa (filha mais nova) tá com catapora, a Mari (filha mais velha) colocou aparelho nos dentes e a Bruna (esposa), como sempre, de dieta…(risos)”.

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Seguidas algumas outras mensagens, achei pertinente informar uma mudança que foi bastante significativa pra mim: “…estou desde setembro sem carro (assim como já havia mencionado em CARRO QUE MUITO SE AUSENTA, UMA HORA DEIXA DE FAZER FALTA). Tenho ido trabalhar de bicicleta.” Me senti super “europeu” depois de dizer aquilo. Esperando uma resposta positiva, sobretudo vinda de alguém que está há quase dois anos morando lá, fui surpreendido com um espantoso “TU TÁ MALUCO!”

Aquela conversa me levou a refletir algumas coisas. Eu tinha uma bicicleta guardada há anos. Nada de muito sofisticado… bem pelo contrário! Daquelas bem simples, compradas no Walmart, o que não me trazia segurança para usá-la diariamente, muito embora já tivesse experimentado ir pro trabalho com ela algumas outras vezes. Recentemente, fiz uma reforma geral nela, na qual gastei em torno de R$ 600, mas fiquei com uma bicicleta praticamente nova. Se fosse “investir” esse valor num veículo eu dificilmente trocaria mais que dois pneus, ou abasteceria o suficiente para rodar uns dois meses…

Minha esposa, quando ficou sabendo do valor da reforma, vociferou um “Ah! Mas que caro…”. O fato é que, só com o que economizei de garagem nesses meses sem carro a reforma da bicicleta já se pagou. Usando o carro praticamente só aos finais de semana já gastava em torno de dois tanques por mês. Lá se vão mais no mínimo R$ 350 por mês… Isso sem contar os demais custos de se manter um carro, já citados em RECEITA DEFINITIVA PARA EMAGRECER: COMPRE UM CARRO!.

Obviamente nem tudo pode ser feito de bicicleta. Às vezes, inevitavelmente, precisamos de um carro. Para os casos mais diários e corriqueiros, os aplicativos como Uber e 99 têm se mostrado bastante eficazes. Com esses, tenho gasto em média R$ 150/200 por mês. Para viagens mais longas, simplesmente alugo um carro, o modelo que eu bem entender e pelo tempo que eu precisar.

Bem, creio que a economia, no que tange à bicicleta, seja ponto pacífico. Hoje mesmo voltei da oficina por ter que trocar uma câmara furada e, por isso, gastei o “absurdo” valor de R$ 27. Assim como questões relacionadas à saúde e qualidade de vida. É evidente que o ato de dirigir é um convite à inércia, ao sedentarismo. Ao pedalar, além de estar me exercitando, economizando, posso desfrutar de imagens como essa acima, do pôr do sol mais lindo do mundo. Poderia você viver dessa forma? Ou também acharia loucura?

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Dirigir durante os momentos de chuva requer maior atenção dos motoristas.

Dicas úteis para quem pensa em segurança ao dirigir na chuva

Na hora de sair de casa com o tempo chuvoso, não importa qual meio de transporte vai utilizar, o cuidado precisa ser redobrado para não se envolver em nenhum tipo de acidente. Com a rua mais escorregadia, a visibilidade reduzida e a maior pressa de todos, o ambiente fica propício para uma eventual falta de atenção.

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Para os motoristas, não basta só ter um carro mais alto como, por exemplo, um Jeep Renagade, para ter mais visibilidade, é preciso tomar uma série de cuidados para não se se envolver em acidentes. Nem todo condutor se sente confortável de dirigir na chuva, as vezes isso gera pânico nas pessoas.

Mas afinal, como dirigir com mais segurança em dias chuvosos? Confira este post e conheça algumas dicas interessantes sobre como conduzir de forma mais segura e diminuir ao máximo os riscos de acidentes em dias de chuva, seja na cidade ou na estrada, é importante estar sempre atento! Vamos lá?

Fique atento as condições dos pneus e direção

Não importa se o seu carro é novo ou é aquela S10 seminova, inspecione semanalmente a pressão dos pneus! Esse é item é essencial para o melhor desempenho da direção do seu veículo. Mas fique de olho não só na calibragem, mas também no alinhamento e balanceamento do carro. Se a direção estiver trepidando ou puxando para um dos lados é recomendado que você faça uma revisão dos itens.

Os pneus e a direção precisam estar sempre ajustados para que a área de contato entre o veículo e o solo, no caso o pneu, esteja totalmente aderente ao piso. Lembre-se, se esse atrito não for o ideal, você pode perder o controle da direção e derrapar em pista molhada.

Verifique também se os pneus não estão “careca”, pois se os sulcos forem menor do que 3 milímetros, possivelmente não terá a função de drenagem e por isso se torna liso em piso molhado. Pneu careca é proibido por lei e pode causar acidentes.

A velocidade é o vilão da chuva

Via de regra, ao dirigir pelas ruas e estradas, não exceda a velocidade da via. No entanto, em dias chuvosos, tire o pé do acelerador e tenha mais paciência. A direção com segurança é aquela em que o motorista não se coloca em risco e nem os demais usuários da via.

A chuva cria um ambiente propício para o motorista perde a direção do carro, a junção da água, sujeira e resto de óleo na pista faz com que a direção seja menos precisa, por isso requer muito mais atenção do condutor, lembrando ainda que o veículo precisa estar em boas condições para não complicar ainda mais a vida do motorista.

Carros grandes como Hillux, por exemplo, tem pneus maiores e mais aderentes a via, porém em alta velocidade, esses mesmos veículos utilitários têm mais chance de derrapar, pois com a traseira mais leve, podem perder contato com o asfalto. Por isso, não se engane, até para carros maiores é indicado que a velocidade seja limitada na chuva.

Mantenha uma distância maior entre os veículos

Em dias chuvosos, a visibilidade fica comprometida. Por esse motivo, o mais indicado é aumentar a distância entre os veículos que estão trafegando numa via. Essa atitude responsável, diminui os ricos de uma colisão traseira e até mesmo um atropelamento, já que aumenta o tempo de frenagem e parada do veículo.

Quando um motorista precisa parar o carro em uma pista molhada, via de regra é necessária uma distância 3 vezes maior até que aconteça a parada total. Nesse período de tempo, outros fatores ainda são mais passíveis de causar um acidente, a perda de direção e a aquaplanagem. Nos dois casos o motorista perde o controle total de direção durante uma frenagem.

Ruas e estradas alagadas

Esse também um problema bastante comum em dias chuvosos. Quanto maior a intensidade da chuva, mais estragos ela causa. Para os motoristas essa premissa também é válida, já que causa alagamentos, irregularidades na pista e, em alguns casos, as ruas podem ficar intransitáveis pelo excesso de água.

Se você conhece os problemas de escoamento da água da região que costuma trafegar com frequência, evite passar pelo local em dias de chuva. Se a água sobe rapidamente, você poderá ficar parado no trânsito até que a chuva amenize.

Lembrando que a perda da visibilidade nos dias chuvosos também remete a estragos no carro. Os buracos e a pista podem ficar complicados de serem enxergados e qualquer deslize pode causar um acidente. Por isso, nunca esqueça de reduzir o máximo possível a velocidade quando o tempo está ruim.

10 dicas rápidas para dirigir na chuva

  1. Cuide durante as ultrapassagens, sinalize com antecedência e evite movimentos bruscos.
  2. Evite dirigir com os sapatos molhados, eles podem tornar a sua pisada nos pedais mais escorregadias.
  3. Verifique a parte elétrica do seu veículo. Evite trafegar com as luzes de freios, piscas e alerta queimados.
  4. Em caso de pane ou problemas mecânicos, sinalize o seu veículo com o pisca-alerta e use o triângulo para isolar a área.
  5. Evite o ar quente e não dirija com sono. Se perceber que está ficando sonolento, pare e descanse até se sentir seguro para continuar.
  6. Mantenha uma distância segura do veículo que está a sua frente e fique atento às motocicletas ao mudar de faixa.
  7. Evite frenagens bruscas para não causar colisões traseiras. Modere a velocidade para evitar que a parada tenha que ser imediata.
  8. Se a pista estiver muito molhada, evite as frenagens mais fortes e reduza a velocidade para o veículo não aquaplanar.
  9. Verifique os limpadores e desembaçadores, esses itens precisam estar sempre em bom funcionamento.
  10. Não esqueça do cinto de segurança, isso vale para todos os dias!

 

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Placas do Mercosul: Novela ou uma série da Netflix?

Nem todos sabem, mas a decisão de utilizar as placas do padrão MERCOSUL e adotar uma identificação veicular comum entre os países do bloco, ocorreu em 08 de Outubro de 2014 com a Resolução MERCOSUL 33/14. Mais de 4 anos depois, a sensação é de que, a qualquer momento, tudo pode mudar novamente, tônica que tem sido observada ao longo desse tempo. Segundo essa Resolução, os países, inclusive o Brasil, se comprometeram a implantar a medida até 01 de janeiro de 2016, o que por óbvio, ainda não se confirmou até o momento.


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Nesses 4 anos que se discute a implantação no Brasil, foram muitas as Resoluções e Deliberações do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) alterando não só a data de implantação, mas também algumas regras. Em uma delas, além dos casos pontuais, todos os proprietários deveriam substituir até 31 de dezembro de 2023, mas como em outras situações, essa exigência foi deixada de lado por pressão popular. Atualmente, a obrigação de implantação é apenas para os veículos novos, quando transferidas a propriedade ou quando o proprietário mudar de endereço e sempre que for necessário substituí-la, como nos casos de perda, lacre violado, etc. O imbróglio chegou, inclusive, ao judiciário, quando o Tribunal Regional Federal da 1ª Região deferiu liminar, em ação civil pública, suspendendo a Resolução do CONTRAN que tratava do tema. A união recorreu e derrubou a liminar dias depois.

Se não bastasse toda insegurança jurídica que o fato trouxe para a população, o então candidato à presidência, Jair Bolsonaro, manifestou ser contra a medida. Depois de eleito, reafirmou que se não ficar comprovada a eficácia da medida, “ninguém precisará trocar as placas”. Fato é que desde 11 de setembro de 2018, quase 3 meses antes da exigência para começar em todo Brasil, o estado do Rio de Janeiro já havia iniciado o processo, inclusive, fora do previsto, pois mudou a placa, mas essa ainda com lacre e sem chip (exatamente o contrário do previsto). Quais seriam as motivações de antecipar se não estava pronto para tal?

No dia 3 de dezembro, mais alterações. Agora, já não seria necessário a bandeira do estado nem o brasão e nome do município, o que tornará mais simples a comercialização dos veículos, uma vez que não será preciso mudar de placa se for vendido para quem mora em outra cidade. Também voltou a alterar a data de implantação (antes, 1 de dezembro), dessa vez, dependendo de cada estado. Há a promessa por parte do estado, que aqui em Pernambuco os valores das novas placas serão mais baixos do que das atuais, que diante de tantas idas e vindas, pelo menos é algo que nos conforta. Mas isso não ocorreu no Rio de Janeiro (cada estado estipula seu valor). No “apagar das luzes” do governo Michel Temer, o CONTRAN, edita mais uma resolução (770), prorrogando para dia 30 de junho de 2019 a implantação nos estados em que ainda não iniciaram. Até aqui, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro implantaram. Pernambuco que chegou a anunciar para o dia 21 de dezembro, segue sem implantar.

As novas placas deixarão de ter a configuração alfanumérica de 3 letras e 4 números como conhecemos, sendo agora, o quinto dígito também composto por letra, ou seja, terá 3 letras, 1 número, 1 letra, 2 números. Se a placa atual de um veículo for, por exemplo, AAA 1234, passará, para AAA 1C34.

Tenho dito a alunos que as placas do Padrão MERCOSUL já nem devem ser consideradas como uma novela, mas uma série da NETFLIX… Resta saber como será a Temporada de 2019.

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Está pronto para deixar sua casa nas mãos de um robô?

Quem me conhece e/ou acompanha meu trabalho sabe que sou completamente aficionado por tecnologia. No entanto, quando minha esposa apareceu com essa ideia achei um certo exagero. Não tanto pela possibilidade. Muito mais pela efetividade e, principalmente, o custo benefício. Mas acalme-se! Não me refiro aqui a um robô de verdade, como aquele dos Jetsons ou de O homem bicentenário, já citados em SEU CARRO JÁ RECEBE SUAS ENCOMENDAS?. Refiro-me a uma tecnologia há pouco trazida ao mercado brasileiro: o robô aspirador.

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 As primeiras pesquisas, confesso, me deixaram um tanto quanto desanimado, sobretudo pelos valores dos aparelhos encontrados. Muitos passavam da casa dos quatro dígitos… Entretanto, com mais algumas pesquisas, encontramos outros modelos com valores bem mais atrativos, entre 400 e 500 reais. Embora não fosse um valor exorbitante, seguia cético: “será que esse ‘troço’ limpa de verdade?”. Ao que dependesse do meu voto, a compra seria cancelada. Mas fui voto vencido…

E, como se fosse obra do destino, no dia da entrega do produto quem estava em casa para recebê-lo?! Obviamente que a curiosidade não permitiu que eu esperasse minha esposa chegar para abrir o pacote e, uma vez aberto, por que não testá-lo? E, surpreendentemente, não é que o aparelhinho limpa mesmo! Desde então, tornou-se de rotina da casa, duas ou três vezes por semana, logo pela manhã, “alimentar” nosso pequeno amigo eletrônico durante uns 60 minutos no carregador e, antes de sair de casa para o trabalho, deixá-lo “passeando” pelos cômodos da casa.

Infelizmente, a ajuda do aparelhinho não nos livra daquela boa e velha faxina semanal, mas ele quebra um belo galho. Isso me fez refletir sobre uma questão já abordada por mim em O MAESTRO DAS CIDADES: o tempo. Na sociedade em que vivemos, o tempo tornou-se um valor. Benjamin Franklin, ainda em meados do século XVIII, em meio à revolução industrial, já dizia “Tempo é dinheiro”. No entanto, você há de concordar, parece que com o passar dos anos, a medida em que as tecnologias evoluem as pessoas parecem ficar cada vez mais sem tempo!

Um dia desses li num artigo que esse sentimento contemporâneo é devido justamente à tecnologia, que acaba nos permitindo fazer muito mais coisas do que fazíamos há alguns anos em um mesmo espaço de tempo. Eu tenho a minha própria teoria: a de que os minutos não têm mais 60 segundos, os dias não têm mais 24 horas e, por conseguinte, os anos não têm mais 365 dias (risos). Mas, infelizmente, exatas nunca foram o meu forte.

Sendo assim, enquanto não encontro subsídios matemáticos para comprovar minha teoria, sigo tentando entender o que faz das pessoas tão ocupadas na atualidade e, se possível, refutar aquela teoria que responsabiliza a tecnologia por isso. Quem sabe quando a tecnologia nos permitir ter robôs reais nos ajudando nos afazeres diários nossas vidas sejam mais tranquilas e menos corridas…

No exato momento em que reflito sobre isso, coincidentemente, sou despertado dos meus devaneios pelo som da minha música favorita: é o despertador do meu celular avisando que está na hora de levantar. Antes mesmo de calçar o chinelo, ouço o “bip” da panificadora na cozinha que espalha pelo apartamento inteiro o cheiro do pão quentinho que acabou de ficar pronto, a qual deixará programada na noite anterior. Juntamente, é óbvio, com a cafeteira, que começa a roncar passando os últimos goles de café.

Os “perfumes” do pão quentinho e do café fresco se misturam, irrompendo o corredor e me fazendo pensar em uma extensa e farta mesa de café da manhã, a qual sou imediatamente obrigado a esquecer assim que o celular vibra novamente, avisando que o Uber que eu agendei na véspera está a 10 minutos de distância. “Ah, se eu pudesse ter um clone…” penso comigo mesmo.

E antes de sair, entre um malabarismo para calçar o sapato e outro para terminar o último gole de café, tudo isso sem tropeçar no robô aspirador que já circula pela sala, puxo o celular do bolso enquanto fecho a porta e solicito ao Google: “artigos sobre clonagem”. Vai que dou sorte…

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O Guia Definitivo para passar nas Provas do Detran

Tirar a carteira nacional de habilitação é o sonho de todas as pessoas que buscam a liberdade de poder ir e vir para onde quiserem sem se preocupar com a fiscalização. Entretanto, esse sonho tem se tornado pesadelo para muitos que, após matriculados numa autoescola, sofrem com reprovações nos exames teóricos e práticos do Detran. Afinal, por que tantas pessoas são reprovadas nestas provas?

CLIQUE AQUI para conhecer as melhores TÉCNICAS de como controlar o nervosismo e passar de primeira na prova teórica do Detran.

Olá, eu sou Ronaldo Cardoso, trabalho com treinamento de pessoas (motoristas ou candidatos) há 20 anos e, ao longo desse período, pude entender quais são os motivos que levam 95% das pessoas a serem reprovadas em algum exame do Detran, dos quais destaco:

1. Surrealidade: Detran (Contran) exige coisas que NÃO se assemelham à realidade cotidiana do motorista – está mais para um “PEÇA DE CIRCO” que propriamente exames para habilitação;

2. Metodologias INEFICAZES na instrução e formação dos candidatos. Para corrigir esse problema criamos o FÓRMULA DA APROVAÇÃO, um treinamento totalmente elaborado para elevar o candidato ao seu melhor potencial no menor prazo possível – estudando apenas 15 minutos por dia.

3. O Descontrole Emocional, responsável pela perda de, pelo menos, 30% da capacidade do candidato, na hora da avaliação do Detran. Para suprir essa necessidade fomos buscar socorro com um dos maiores especialistas em controle da mente, da América Latina, o Dr. Eriston Mourão que, por meio do programa APROVETECH nos trouxe A SOLUÇÃO para esse mal que atormenta e reprova alunos que, tecnicamente, já estavam preparados e foram traídos pela própria mente.

Fique por dentro de todas as técnicas ensinadas no programa APROVETECH e passe de primeira no exame teórico do Detran.

Dentre as técnicas trabalhadas pelo Doutor e sua equipe, estão:

DEU “BRANCO”

A maneira como os conteúdos são, na maioria das vezes, apresentados ao alunos, os impõe a “decoreba” como forma absorver o que lhes é oferecido. O grande problema é que essa é uma metodologia mecânica, e limita a retenção mental desses assuntos ao curto prazo.

É importante ressaltar que um dos pilares determinantes para que o aluno, futuro motorista, tenha um bom desempenho na prática de direção, é ter uma boa base teórica.

Qualquer coisa diferente disso o candidato corre o risco, de diante de qualquer variável emocional, esquecer na hora do exame de tudo que decorou, seja num momento de ansiedade ou nervosismo onde dá aquele ¨branco¨ – a pessoa simplesmente trava e  não consegue lembrar de nada que decorou.

REPROGRAMAÇÃO CEREBRAL

Nosso cérebro recebe as informações por meio de estímulos captados pelos canais sensoriais: visão, audição, tato, olfato e paladar. Cada novo conhecimento promove novas conexões neurais (ligações entre neurônios) e acessa as já existentes em busca de associações. Quando uma nova informação lhe é recebida, e essa informação faz sentido, ela chega ao sistema cognitivo de pronto e conecta-se a um  (dado) preexistente.

Associada a esse dado preexistente, a informação também se torna um conhecimento significativo, que é retido por muito mais tempo no cérebro, formando a memória de longo prazo.

ASSOCIAÇÃO E PRAZER

A técnica da ASSOCIAÇÃO consiste no aluno receber um novo conteúdo e o associar a algo que já conhece. Por exemplo: quem tem dificuldade de direção (direita e esquerda) pode fazer associação com o braço no qual fica o relógio.

Assim, sempre que ele precisar dessa definição com um pouco mais de rapidez, ao invés de buscar essa informação em algum lugar do seu cérebro, vai simplesmente olhar para o braço e assim fazer a relação com a direção para onde deseja ir.

Eu quero te enviar outros materiais que vão ajudá-lo a acabar com o nervosismo na hora da prova do Detran – CLIQUE AQUI para receber.

 É comprovado que se uma pessoa chega para um evento – uma palestra por exemplo – e antes de começar ela já passa por alguns perrengues, como: Calor ambiente (falta de ar condicionado); Dificuldade de acesso ao ambiente do evento (mal recebido ou exigências não programadas); Faltou lugar para se sentar ou ficou numa posição não muito favorável; antes mesmo do palestrante abrir a boca, essa pessoa já terá fechado o seu cérebro de maneira que nada, ou quase nada, que for falado pelo palestrante o interessará, ou mesmo que o agrade, não será bem absorvido pela sua mente.

Portanto, esteja de mente aberta para receber com PRAZER o conteúdo que lhe será oferecido. Tente não deixar que nada o desestimule ou comprometa o seu humor antes e durante os estudos.

Para um aprendizado satisfatório, é necessário que você use essas duas técnicas, dentre várias outras que ensinamos em nosso programa APROVETECH, pois com elas (associação e prazer) você terá um desempenho muito maior enquanto estiver estudando.

EXERCITANDO A MEMÓRIA

Estimular a memória algumas horas após sua aquisição pode facilitar sua consolidação. Não é incomum ouvirmos relatos de pessoas que passaram por situações em que ela dominava determinado conhecimento, mas ao ser submetida à prova – uma entrevista ou fala em público – as informações ficam comprometidas, vindo à mente incompletas ou distorcidas.

Tais falhas repentinas, que ocorrem com circunstâncias de pressão emocional, podem ser causadas pelo estresse e pela ansiedade, que geram nervosismo e promovem a liberação de cortisol (hormônio) o qual, em alta concentração, agem sobre os neurônios receptores causando essa confusão mental.

A capacidade de armazenar informações depende do potencial físico do cérebro. Esse potencial é que determina a capacidade de processamento do cérebro que, por sua vez, podem ser melhoradas por meio de exercícios.  Por isso, no programa APROVETECH, aplicamos uma técnica de exercício cerebral chamada Neuróbica, baseada no estudo do neurocientista norte-americano Larry Katz – autor do livro “Mantenha seu cérebro vivo, uma ginástica específica para o cérebro”.

A teoria de Katz é baseada no argumento de que, tal como o corpo, para se desenvolver de forma equilibrada e plena, a mente também precisa ser treinada, estimulada e desenvolvida. Exercitando o cérebro você tem melhor concentração, atenção, aprendizagem e pode  acessar melhor o seu arquivo de memórias, resgatando imediatamente informações importantes no momento das avaliações.

Essa técnica consiste em, literalmente, MALHAR O CÉREBRO tornando-o fisicamente mais “forte” e, portanto, mais preparado para absorver de forma muito mais eficaz os conhecimentos que lhe são imputados.

CONCLUSÃO

Nós, do Autoescola Online e do canal YouTube.com/LegTransito, pensando em COMO CRIAR ALGO DEFINITIVO que possa te ajudar em todas as etapas do processo de habilitação, desde o psicotécnico até a aprovação no exame de rua –  não permitindo que seu sonho se torne num pesadelo – criamos os treinamentos FÓRMULA DA APROVAÇÃO e APROVETECH recheados das mais avançadas técnicas e metodologias de ensino, aprendizado e controle da mente.

Tudo o que é ensinado nestes treinamentos já foi testado e validado por milhares de pessoas ao longo do últimos 20 anos e, agora, está ao alcance da sua mão. A decisão é sua: Escolha ser aprovado de primeira e não ter que passar pela frustração, vergonha e dor da reprovação.

Chega de se sentir humilhado por causa de reprovações nas provas do Detran – CLIQUE AQUI e assista ao vídeo onde eu e o Dr. Eriston falamos sobre as técnicas para aprender a eliminar o nervosismo na hora do seu exame.

A morte visita a OMS

Estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado no dia 7 de dezembro, mostra aumento contínuo das mortes no trânsito. Pelos dados do relatório, 1,35 milhão de pessoas perde a vida todos os anos em decorrência de acidentes de trânsito. Os dados mais alarmantes estão em países da África. Para especialistas, os governos reduziram os esforços na busca por solução para o problema.


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O Relatório da Situação Global da OMS sobre segurança no trânsito de 2018 destaca que as lesões causadas pelo trânsito são hoje a principal causa de morte de crianças e jovens entre 5 e 29 anos. O documento inclui informações sobre o aumento no número total de mortes e que as taxas de mortalidade da população mundial se estabilizaram nos últimos anos. “Essas mortes são um preço inaceitável a pagar pela mobilidade”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

“Este relatório é um apelo aos governos e parceiros para que tomem medidas muito maiores para executar essas medidas”, acrescentou o especialista. Os relatórios de status global da OMS sobre segurança no trânsito são divulgados a cada dois ou três anos e servem como ferramenta de monitoramento para a Década de Ação para Segurança Viária 2011-2020.

Mortes

Pelo relatório, o risco no trânsito é três vezes maior nos países de baixa renda do que nos de alta renda. As taxas são mais elevadas em países da África e mais baixas na Europa. Três regiões do mundo relataram um declínio nas taxas de mortalidade no trânsito: Américas, Europa e Pacífico Ocidental.

Segundo as informações, os pedestres e ciclistas são responsáveis por 26% de todas as mortes no trânsito, enquanto os motociclistas e passageiros por 28%. De acordo com o relatório, apenas 40 países, representando 1 bilhão de pessoas, implementaram pelo menos sete ou todos os oito padrões de segurança de veículos das Nações Unidas.

Avanços

De acordo com o estudo, apesar do alerta, houve progressos, pois a legislação de forma geral foi aperfeiçoada, visando à redução de riscos, o excesso de velocidade e vetos à ingestão de bebida alcoólica antes da direção. Também há menção à obrigatoriedade ao uso de cintos de segurança e capacetes.

Há ainda citações sobre a preocupação com cuidados relativos às crianças, a adoção de infraestrutura mais segura, como calçadas e pistas exclusivas para ciclistas e motociclistas, melhores padrões de veículos, como os que exigem controle eletrônico de estabilidade e frenagem avançada e aprimoramento dos cuidados pós-colisão.

O relatório mostra que essas medidas contribuíram para a redução das mortes no trânsito em 48 países de renda média e alta. O documento informa que não há dados sobre redução no total de mortes nos países de baixa renda.

Fonte: DNIT

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