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Tag: CARRO

Conheça dicas que vão aumentar sua segurança em dias de chuva

Saiba mais sobre aquaplanagem: riscos e medidas preventivas

Em dias de tempestades existe a preocupação da qualidade da via em que trafegamos, porém mais importante que o estado de conservação da pista, serão as condições que se encontram os pneus do seu veículo. Cuidar da revisão, suspensão e balanceamento é algo de rotina quando se trata de responsabilidades com o carro, eles prevenirão acidentes que podem ser causados por problemas mecânicos.

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Um desses problemas, que podem ocorrer pela falta de manutenção e acompanhamento, é a aquaplanagem. Sendo um dos maiores perigos para quem trafega por pistas molhadas.

A aquaplanagem, também conhecida como hidroplanagem – é quando o carro desliza pelo asfalto, como se escorregasse e o condutor fica sem o controle do veículo. É causado pela perda do contato dos pneus do automóvel com o solo, elas acabam escorregando sem oferecer a resistência necessária para frenagens.

O maior risco é quando ela ocorre em curvas, acentuadas ou não, pois pela perda da direção, o motorista poderá sair da via ou até mesmo se envolver em acidentes causados por essa falha dos pneus.

Como para quem dirige em cidades de grandes chuvas e tempestades, tendo que tomar cuidados redobrados nas estações de Outono/Inverno.

Neste texto você vai tirar todas as suas dúvidas sobre como ocorre, prevenção e como proceder caso ocorra uma aquaplanagem no momento em que você estiver na direção de seu veículo – algo que também pode ser realizado com a ajuda dos mais diversos tipos de aplicativos para quem dirige, disponíveis na internet.

Qual a sua causa?

A hidroplanagem ocorre quando as bandas de rodagem dos pneus não são suficientes para escoar o excesso de água. Seja pela diminuição de seus sulcos ou ranhuras, causando a perda da aderência entre a borracha e o solo, desse modo o veículo perde o controle e sua estabilidade.

O defeito no escoamento ocorre principalmente porque a profundidade dos sulcos já está bastante rasa, o famoso “pneu careca”, por estar desgastado ou em mau estado de conservação.

O nosso controle sobre o automóvel depende exclusivamente de que exista uma força de atrito entre os nossos pneus e o pavimento. Para explicar melhor, você precisa saber que tanto os pneus como o asfalto são feitos de materiais de alta fricção.

Assim, quando as rodas possuem grande quantidade de água embaixo, ela não permite que se crie a resistência necessária para que haja a rotação, causando assim a aquaplanagem.

Outro risco é em relação à poça d’água: à frente do pneu acumulará muita água, que ficará à espera para se afastar. Este acúmulo produzirá uma resistência adicional ao progresso do pneu. A energia que se necessita para levantar e agitar toda esta água é retirada a partir da energia cinética do carro, o que irá pará-lo bruscamente.

Se você não tem experiência com carros, mas está em busca de um veículo à venda, note se ele possui todos os itens que irão lhe representar segurança ao dirigir, como citamos.

Como prevenir a aquaplanagem

Além de cuidar do estado de conservação do pneu, como vamos detalhar mais abaixo, é necessário que você condutor, se atente a velocidade que seu veículo viaja, pois, o risco de aquaplanagem é maior quando se anda com muita pressa.

Você deve reduzir a aceleração até metade da indicada ou permitida para as ruas nas áreas em que tiver maior acúmulo de água, assim caso algum imprevisto ocorra, você não terá danos maiores caso perca a direção do veículo.

Mantenha em dia a manutenção dos seus pneus, pois irá garantir a segurança enquanto você trafega por vias onde esteja chovendo ou não. Cuide de não deixar os pneus “carecas”, mantendo sempre calibrados, conforme a pressão indicada pelo fabricante no manual do proprietário.

Outra dica importante é realizar o rodízio do jogo de pneus de seu carro a cada cinco mil quilômetros, isso será necessário para a conservação e vida útil, sem que haja desgaste excessivo, fazendo perder a resistência necessária para passar por lugares molhados.

Atente-se, da mesma forma, para que sejam colocadas em seu veículo rodas que estejam de acordo com o modelo de seu carro. Pneus que sejam largos tendem a reter mais água, sendo maior o risco de deslizamento sobre a pavimentação. Siga, novamente, as normas descritas no manual do proprietário.

Tome o cuidado com as freadas bruscas em dias de muita chuva. Não faça movimentos bruscos no volante caso perceba que está perdendo o contato com o solo, isto pode fazer com que você invada uma pista que não é a sua ou venha a se chocar com outros veículos.

Caso você tenha um carro e vá sair em um dia de chuva, é importante que se confira o nível da água. Caso esteja além da metade do aro das rodas, siga as dicas dadas acima ou prefira não sair de casa, para não correr riscos maiores.

Como agir?

Caso você esteja na direção de seu veículo em um dia de tempestades ou estiver passando em áreas alagadas, o melhor é manter a calma manter e analisar a situação antes de entrar no alagamento.

O ideal é que você passe de primeira marcha e acelerando o máximo possível. Assim você evita que a água suba até o motor, o que pode encharcar o sistema elétrico e o sistema de injeção, além da aceleração contínua prevenir que entre água no escapamento.

Caso você esteja “aquaplanando” é necessário que se lembre de não fazer nenhum movimento rápido, em que seu veículo possa se chocar ou sair da via.

Friso também, que somente mantenha a aceleração constante, caso não esteja em uma via movimentada e que possua muitos veículos a sua frente, para que não aconteça um “engavetamento”.

Se o carro possui freios ABS, eles não aceitam que as rodas travem com a frenagem, podendo ser acionados até que o carro recupere a aderência ao asfalto, sendo possível assim, a retomada do controle do veículo.

E lembre: em caso de algum imprevisto na estrada, sempre é importante ter um seguro automobilístico ativo para evitar dores de cabeça. Com um plano adequado, você poderá chamar um guincho, realizar reparos emergenciais e, até mesmo, solicitar um carro reserva, dentre outros.

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Acidente entre carro e moto é atropelamento - Mito ou Verdade?

Em tempos de “fake news” – notícias falsas que se propagam com muita rapidez nas redes sociais – é importante que estejamos atentos acerca da veracidade daquilo que encontramos na internet. A propósito, este texto trata de uma suposta mensagem do DENATRAN com o intuito de esclarecer que “a batida em uma moto não é colisão, mas um atropelamento” e que o causador deve adotar providências a fim de não ser injustamente responsabilizado. Seria esta uma verdade ou não passa de mais uma FAKE NEWS?


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De acordo com a NBR 10697, que define os termos técnicos utilizados na preparação e execução de pesquisas relativas a acidentes de trânsito e elaboração de relatórios, quando um veículo em movimento sofre o impacto de outro veículo também em movimento, diz-se que houve uma colisão. Deste modo, fica evidente que o acidente entre um automóvel e uma motocicleta NÃO se trata de um atropelamento.

Nem mesmo um ciclista pode ser atropelado, visto que este também é veículo, classificado como tal no art. 96 do CTB. Sendo assim, um ciclista colide ou sofre uma colisão. O ATROPELAMENTO é aquele acidente no qual um pedestre ou um animal sofre o impacto de um veículo, estando pelo menos um dos dois em movimento.

Feitas essas considerações, sempre que ocorre um acidente em que um automóvel colide com uma motocicleta, por exemplo, o questionamento é o seguinte: houve vítima?

Não havendo vítima, resta somente a reparação civil do dano causado. Os veículos envolvidos devem ser retirados imediatamente do local se estiverem comprometendo a segurança e a fluidez do trânsito, sob pena do cometimento de uma infração (administrativa) de natureza média, prevista no art. 178 do CTB.

No caso de vítima, podemos dizer que houve o crime de lesão corporal culposa (art. 303 do CTB) cuja ação depende de representação da vítima (art. 88 da Lei nº 9.099/95) ou no caso de vítima fatal, homicídio culposo na direção de veículo automotor (art. 302 do CTB).

É óbvio que em ambos os casos o órgão de trânsito/polícia deve ser acionado para realizar os procedimentos necessários. O problema narrado no texto falso que vem sendo divulgado talvez tenha ocorrido pelo fato de algumas pessoas com receio das eventuais consequências de multas de trânsito tentem resolver o imbróglio ali mesmo no local, sem produzir nenhuma prova, sobretudo aquela concebida pelo órgão, de modo a evitar complicações futuras.

Importante destacar ainda a possibilidade da ocorrência do crime de omissão de socorro (art. 304 do CTB) por parte daquele que se envolver no acidente e que sem motivo justificável (risco pessoal, por exemplo), deixe de prestar socorro à vítima. Esse crime pode ser absorvido pelo de lesão corporal culposa ou mesmo pelo homicídio culposo (princípio da consunção) e é causa de aumento de pena (art. 302, § 1º, III ou art. 303, § 1º, ambos do CTB).

Algumas pessoas que se envolvem em acidente preferem sair do local com medo de prisão em flagrante. Nesse caso pode ficar configurado, a depender das circunstâncias, o crime de omissão citado anteriormente ou mesmo o de afastar-se do local do acidente para fugir da responsabilidade penal ou civil que lhe possa ser atribuída (art. 305 do CTB). O Código de Trânsito Brasileiro determina:

“Art. 301. Ao condutor de veículo, nos casos de acidentes de trânsito de que resulte vítima, não se imporá a prisão em flagrante, nem se exigirá fiança, se prestar pronto e integral socorro àquela.”

Sendo assim, o que se espera daquele que se envolveu em acidente de trânsito é que permaneça no local a fim de prestar o devido socorro e as informações aos órgãos competentes. Inclusive, deixar de prestar tais informações é infração gravíssima com multa no valor de R$ 1.467,35 (art. 176).

Por fim, havendo um acidente, uma colisão com motocicleta, por exemplo, deve ser acionado o resgate e o órgão de trânsito/polícia, que é o procedimento correto. Evidentemente serão atribuídas as devidas responsabilidades, mas nos limites estabelecidos na própria lei e sem nenhum tipo de abuso por parte daquele que se acidentou e pretenda indevidamente se aproveitar da situação como insinua o texto falso, ou mesmo do causador que queira se eximir de suas obrigações.

Caruaru-PE, 10 de julho de 2018.

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Laboratório subjetivo

Seria interessante, antes de mais nada, pensar sobre a etimologia da palavra “laboratório”. Do latim laboratorium ou “lugar de trabalho”, derivada de laborare ou “trabalhar”. No entanto, laboratório tem ainda uma conotação que vai além da origem da palavra. Ela expressa uma ideia de experiência.

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Foi assim que eu decidi definir meu antigo local de trabalho. Um laboratório onde pude experienciar as mais diversas sensações, sem sequer precisar sair pra rua. Que me possibilitou conhecer diferentes formas de se relacionar com um veículo. Um mundo a parte, que, de certa forma, parece girar em torno do automóvel. Seja no estacionamento, seja em conversas de vestiário ou de corredor algumas falas e comportamentos serviram como poderosos analisadores para essas observações.

Para tanto, creio ser possível citar algumas situações que me afetaram de alguma forma. Não pretendo me ater a nenhuma especificamente, mas exemplificar brevemente. Como as disputas por vagas cobertas, acompanhadas por comentários rechaçosos de que os carros mais velhos não precisam de vaga coberta por já estarem à mercê do estrago que o tempo lhes causou. Ou a memorável vez em que dois colegas quase se agrediram fisicamente pelo simples fato de um deles ter escrito com o dedo na poeira sobre a lataria do carro do outro: “lave-me”. Com a justificativa de que isso teria arranhado a pintura do carro, o dono desse foi tirar satisfações com o colega. O resultado foi que, se não fosse pela intervenção dos demais colegas, muito provavelmente os dois estariam desempregados hoje, sem condições para pagar os respectivos carros nem muito menos lavá-los.

Como é de praxe em uma sociedade que vive de aparências, há aqueles que trocam de automóveis quase todos os anos e que, no entanto, moram de aluguel, pois nem mesmo casas próprias possuem. Bem como aqueles que trocam de carro a cada dois ou três meses, mas nunca pagam por esses, se valendo de meios jurídicos para contestar os juros “abusivos” aos quais foram submetidos no financiamento. E ainda aquele que gasta o que tem e o que não tem para adquirir seu carro novo, posteriormente tendo que se submeter a economias extremas, tais como, exatamente, ir trabalhar de ônibus.

Há aqueles que dividem o carro com a esposa ou algum outro membro qualquer da família. Quando solicitavam carona, como era de costume dos colegas que trabalhavam no turno da noite (no qual trabalhei durante alguns anos), são obrigados a conviverem com piadinhas machistas. Essas relacionam o uso do carro ao “poder” do homem da casa, como se o seu uso por outro membro da família que não o seu proprietário representasse a perda desse poder.

Por fim, havia aqueles que, como eu, que na época era dono de um veículo com mais de 10 anos de uso, sentiam-se menosprezados frente a um meio que prima pelo novo em detrimento do antigo. Que constantemente ouvem questionamentos pejorativos do tipo “por que não dá isso aí de entrada e compra um novo?” (referindo-se ao carro usado). Por terem que andar de ônibus, não por economia, mas porque o carro está no mecânico. Que procuram esconder eventuais “amassões” ou riscos na pintura, não por medo de falácias do tipo “barbeiro”, mas por sentir tais danos como que se fossem na própria pele, como cicatrizes ou feridas. Que mesmo adorando o “ronco” do motor de seus carros, ambiguamente adoraria rodar silenciosamente pelas ruas da cidade, de posse de um 0 km.

O jaleco dos cientistas que trabalham nesse laboratório nem sempre é branco, mas, certamente, é sempre revestido de metal.

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Meu carro minha vida

O programa Minha casa, minha vida é um programa do Governo Federal criado em ano de 2009 com o intuito de proporcionar financiamento habitacional a famílias de baixa renda. Desde sua criação, milhares de famílias tiveram a oportunidade de realizar o sonho de adquirirem a casa própria. Esse fato denota uma melhoria das condições de vida de grande parte da população, considerando o significado que uma casa tem: um lugar de proteção, de privacidade, de conforto, de aconchego, etc.

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No entanto, como demonstra a psicóloga Neuza Corassa, para maior parte das pessoas há não apenas uma identificação com seus carros, mas elas acabam “trazendo” suas próprias casas para dentro de seus carros. Com a correria da vida moderna bem como os engarrafamentos diários, como alternativa para otimizar, precisamos transformar o carro em extensões da nossa casa.

E, assim como os diferentes cômodos da casa tem suas diferentes funções, diversas são as funções que atribuímos aos nossos veículos: a função de sala de estar, como quando as optamos por sair num único carro para conversar; copa/cozinha, quando fazemos refeições no carro; escritório, quando, com o carro parado, damos retorno às ligações e manuseamos documentos; quarto, utilizado para um cochilo no intervalo do trabalho; sala de som, os cds preferidos são levados para o carro; despensa, ao transportar as compras ou estocar algo no carro; banheiro, retocar a maquiagem, trocar fraldas do bebê ou mesmo barbear-se.

Porém, o fato de dirigirmos e usarmos nossos carros como uma extensão de nossas casas, assim como afirma Corassa, acaba por nos dar a falsa impressão de que temos o direito de agirmos tão à vontade como se de fato estivéssemos lá. Mas é preciso lembrar que o trânsito se dá em vias públicas, ou seja, ao lado de outros condutores com seus valores pessoais. E essa ambivalência é responsável pela maior parte dos conflitos no trânsito.

Em “O que faz o brasil, Brasil?” e “A casa e a rua”, o antropólogo Roberto DaMatta tece interessantes considerações acerca desses dois diferentes espaços que, segundo ele, são muito mais que espaços físicos e geográficos, mas espaços carregados de sentidos, capazes de revelar como vive e pensa a sociedade. Para DaMatta, O Espaço Privado, ou Mundo da Casa, pode ser definido como o local da moradia, da calma e da tranquilidade.

É o refúgio, onde se é membro perpétuo de uma corporação – em casa somos únicos e insubstituíveis. Tudo em casa é belo, bom e decente. Já o espaço público, ou Mundo da Rua, é o espaço reservado ao movimento, ao perigo, à tentação, ao logro. Na rua, as pessoas são indiferenciadas e desconhecidas.

Podemos dizer que os indivíduos não têm nome nem face. Referimo-nos a eles em termos genéricos (como povo e massa). É o lugar da luta (trabalho ou batente), da batalha, onde a dureza da vida pode ser mais bem percebida ou sentida.

Entretanto, no Brasil ocorre um fenômeno interessante nos espaços públicos, assim como aponta DaMatta em um de seus mais recentes estudos: a privatização do espaço público. Ou seja, tomamos o espaço público como se fosse meu, embora não cuide do mesmo e nem mesmo reconheço como sendo um espaço de mais alguém.

Com efeito, instala-se um espaço da competição, do salve-se quem puder, tornando-se, assim como o autor afirma, “uma terra de ninguém”.

Mas, apesar de todos os incentivos do governo federal para que um maior número de pessoas possa adquirir uma casa própria, não são todos que alcançam tal objetivo. Para esses, o governo parece ter criado uma alternativa que, se não resolve, ao menos tem amenizado o problema dos “sem moradia”.

E para a aquisição do carro? Através de manobras como a redução ou mesmo isenções no IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados) dos automóveis novos, o Brasil, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, gasta entre R$ 10,7 bilhões e R$ 24,3 bilhões – ou 86% de todos os subsídios das três esferas de governo. Sobra para o transporte público apenas 14% – ou algo em torno de R$ 2 bilhões.

Tais manobras, somadas às facilitações nos financiamentos e linhas de créditos para a compra dos mesmos e mais uma infinidade de artifícios que bem poderiam ser nomeado de “Programa Meu carro, minha vida”, já que o carro supostamente veio a melhorar as condições de vida de mais outros tantos milhões de famílias. E, mesmo que essas famílias não tenham sido contempladas com a sorte de terem um lar, não possam se dizer “livres do aluguel” ou mesmo de viverem em um local digno, o carro veio ao seu auxílio trazendo a tão sonhada proteção à privacidade, o conforto e o aconchego. O carro, neste sentido, passa efetivamente a ter dimensão de território.

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Nova Paixão

Foi em um posto de gasolina que começou essa história de amor. Não se trata de nenhuma frentista nem atendente que trabalhava naquele local. Em meados de 2011, enquanto abastecia o carro, fui abordado por um simpático, porém insistente vendedor de assinatura de revistas. Daqueles tão conhecidos que nos interpelam perguntando se aceitamos um brinde, que sempre vem acompanhado de uma “irrecusável” proposta de adesão. Cabe ressaltar que ainda não se trata da minha nova paixão!

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O fato é que aceitei a proposta de um pacote anual que dava direito a escolher três revistas diferentes. Dentre elas, não podia faltar uma especializada em automóveis, é claro. Muito em função de sempre ter tido interesse na área e para facilitar minha rotina de trabalho. Na fiscalização de trânsito uma premissa básica é que se conheçam minimamente os modelos mais tradicionais de veículos. Como o mercado automotivo é muito dinâmico, constantemente novos modelos são lançados ou até remodelados. Por isso, é importante manter-se bem informado.

Durante esse período da assinatura, uma matéria em especial me chamou a atenção: o projeto de uma montadora sul-coreana de um modelo de carro popular, projetado especificamente para o público brasileiro, que prometia revolucionar o mercado automobilístico. Amor à primeira vista. A necessidade de ter um carro 0 km nunca foi uma grande preocupação para mim. No entanto, tamanha foi a minha identificação com o modelo que, a cada novo volume da revista que era lançado, minha primeira expectativa era de encontrar alguma nova notícia a respeito da data do lançamento, previsão de valor, itens que acompanhariam o modelo.

À medida que tais informações foram sendo reveladas na mídia, minha ansiedade e empolgação cresciam. Até que, aproximadamente um ano depois, finalmente o modelo foi lançado. O fôlego me faltava a cada comercial de televisão. As mãos suavam e o coração batia acelerado no dia do test-drive. Os olhos brilhavam ao enxergar algum modelo desfilando pelas ruas. E a cada dia que passava pareciam se multiplicar. Caprichosamente pareciam me seguir. Onde quer que eu fosse lá estava ele.

Todas essas questões me suscitaram algumas dúvidas: sabendo que o automóvel é apenas um produto, que se destina à locomoção, mesmo que muitos proprietários procurem escolher seus modelos a partir de critérios bem racionais, como custo X benefício, opcionais de segurança, valor de revenda, etc… O que faz algumas pessoas criarem uma relação de tamanha identificação com seus veículos, a ponto de utilizarem expressões do tipo “esse carro é a minha cara”? E mais, o que faz com que as pessoas identifiquem nos carros diferenciadas “caras”? E até mesmo diferenciados públicos, observáveis por expressões como “carro com cara de tiozão”, “carro de mulher” ou “carro de família”?

Na sociedade atual, o bom e velho provérbio popular merece ser adequado ao poderoso mercado automobilístico: “diga-me com que carro andas que eu te direi quem és”.

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Falávamos em futurismo, hoje é realidade

“Todo brasileiro é louco por carro.” – SERÁ? Pelo menos na minha época foi assim. Eu não via a hora de fazer dezoito anos para tirar a minha carteira de habilitação e, quem sabe, ter o meu próprio carro. Esse era um sonho da minha geração! Só que tal conceito está mudando – entenda porquê.

Segundo o Detran-SP, no último ano, houve uma queda de 20% na emissão de novas carteiras de motorista. Isso significa que, nesse período, quase duzentas mil pessoas deixaram de tirar a CNH.

Outra queda significativa foi no emplacamento de carros novos. No site da FENABRAVE (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) há dados que demonstram uma diminuição de 27% nos últimos 12 meses.

Enfim, o que será que está acontecendo?

Para muitos, durante muito tempo, o carro foi sinônimo de status e poder. Só que este cenário está mudando, e especialistas apontam três motivos para explicar essa metamorfose:

ALTO CUSTO DA HABILITAÇÃO

As pessoas que buscam por este documento, normalmente, são jovens que ainda não têm uma estabilidade profissional ou sequer trabalham. Isso torna quase impossível a obtenção da habilitação, por conta dos custos que, quase sempre, não cabem em seu orçamento – Veja este texto que eu escrevi sobre custos para tirar a habilitação.

O PREÇO PARA MANTER UM VEÍCULO

O Instituto Parar afirma que, em três anos, gasta-se o mesmo valor pago no carro à vista, com combustível, estacionamento, impostos, pedágio, manutenção e seguro. No caso de financiamento, além das despesas, você pagará um novo veículo em juros para o banco.

A ECONOMIA COMPARTILHADA

Uma série de aplicativos de compartilhamento de veículos como Uber, Cabify, Easy Taxi e 99Taxi, está invadindo o mercado e, convenhamos que, a praticidade, a comodidade e o preço pago por esses serviços têm feito as pessoas mudarem de ideia quanto a dirigir o seu próprio carro.

Segundo uma pesquisa da Deloitte, 51% dos jovens do mundo preferem a economia da partilha à posse de bens materiais. Noutra pesquisa, a Deloitte afirma que 62% dos jovens brasileiros consideram dispensável a posse de um carro, no futuro.

Tudo isso deixa claro que está acontecendo uma mudança cultural e que as pessoas estão, cada vez mais, se desvinculando da velha relação Carro x Poder. O uso dos aplicativos de compartilhamento é uma realidade concreta e isso demonstra a mudança de comportamento da sociedade.

Eis que, então, surge o seguinte questionamento: O carro é o mocinho ou o vilão dessa história? A resposta é: Nenhum dos dois.

O carro não vai acabar! A indústria automotiva não vai desaparecer – ela vai ter que se reinventar. Praticamente todas as montadoras estão investindo em inovações como o Carsharing – compartilhamento de veículos. O carro elétrico – menos poluente – é uma aposta das gigantes do setor e ainda tem o carro autônomo, que promete revolucionar como as pessoas se deslocam, num futuro muito próximo.

A gigante Google já mergulhou nesse universo dos carros autônomos, inclusive já lançou o seu, batizado pelo nome de Waymo. Importante ressaltar que esse é apenas um dos mais de trinta projetos de carros autônomos desenvolvidos por várias empresas americanas (Califórnia – EUA) autorizadas a testar esta nova tecnologia.

Além das montadoras, empresas desenvolvedoras de softwares como Google, Baidu e Apple estão investindo pesado nessa inovação. Aliás, o chefão da Apple, Tim Cook, diz que o Apple Car – carro autônomo da Apple – é o principal projeto da companhia.

A verdade é que todos esses “projetos futuristas” já fazem parte da nossa realidade – coisa do dia a dia com as quais, inevitavelmente, teremos que nos adaptar.

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10 coisas que todo motorista de caminhão tem que lembrar sobre carros antes de pegar a estrada

É muito comum ouvir motoristas de carro reclamando de caminhões e motoristas de caminhão reclamando de carros. Quem está certo? Ninguém e todo mundo. A verdade é que existem bons a maus motoristas a bordo de ambos, então, a ideia aqui, assim como na lista anterior (10 coisas que todo motorista de carro deveria saber sobre caminhão antes de pegar a estrada), não é julgar ninguém e sim relembrar alguns pontos que possam ajudar a estrada a se tornar um local mais seguro.

 

1 – Eles são mais rápidos

Você pode olhar no retrovisor, ver um carro ao longe e achar que dá para começar uma mudança de faixa, mas no momento seguinte ele pode já estar muito próximo, te obrigando a recuar da manobra, por isso, é recomendável dar uma segunda olhada para ter certeza da velocidade que o outro vem.

Usar o bom-senso também para facilitar as ultrapassagens é uma boa dica, mas nunca, claro, jogar no acostamento para isso.

 

2 – Eles nem sempre são ágeis

Você está vindo a uma certa velocidade e lá na frente vê um carro entrando na sua pista. Não diminui porque acredita que rapidamente ele ganhará velocidade. Mas ele não ganha. Aí o jeito é diminuir e ter paciência, pois o carro pode ser 1.0 ou pode estar em sua lotação máxima, aí demora mesmo para acelerar.

 

3 – Eles são mais baixos

Por isso não vêem a pista da mesma forma que alguém num caminhão, então, ajude sinalizando quando é seguro para ele fazer uma ultrapassagem ou quando vir algum perigo a frente que ele não vê. (e se você está de carro, lembre-se, se o caminhão der seta pra direita, você pode ultrapassar, se ele der seta para a esquerda, não!)

 

4 – A maioria não é profissional do volante

O carro dá seta e você segura para deixá-lo entrar. Só que ele não entra, fica na dúvida. Quando você está quase desistindo ele resolve ir. Não fique bravo, o profissional do volante é você. Não dá para exigir que todos tenham a mesma habilidade e perícia que um caminhoneiro tem. Lembre-se, pelo artigo 29 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), os veículos maiores são responsáveis pela segurança dos menores. E se você estiver a ponto de perder a paciência com um motorista de carro pequeno, imagine que ali poderia estar seu filho, filha, sobrinho ou irmã mais nova. Dê o exemplo.

 

5 – Muitos também estão estressados e cansados

Que a profissão de caminhoneiro é uma das mais cansativas, isso não temos dúvida, mas a pessoa no carro também pode estar cansada e nervosa. A gente nunca sabe o dia que o outro está tendo, por isso, não xingue, não provoque e faça o seu melhor para não responder a uma provocação.

 

6 – Nem todos são “carros de passeio”

Carro de passeio é um nome genérico, mas vale lembrar que muitos estão indo ou voltando do trabalho, outros ainda podem estar fazendo entregas, muitos utilizam o carro comercialmente e estão sempre na estrada, como os representantes comerciais, por isso devem também estar com pressa ou ter horário para cumprir.

 

7 – Muitos estão com a família

E ela é tão importante quanto a sua, por isso, só faça com o outro aquilo que não te incomodaria que fizessem com você e sua família. Se discorda da forma de conduzir ou da atitude do motorista, pense no restante dos passageiros.

 

8 – Eles não conhecem os pontos cegos do caminhão

Por isso que o caminhoneiro tem que tomar o maior cuidado ao fazer manobras. E é por isso também que a lei diz que o caminhão (e o ônibus) deve cuidar do veículo menor. É verdade que reciclagens e cursos de aprimoramento ajudariam os motoristas a se prepararem melhor para o trânsito, mas enquanto isso não acontece, o motorista profissional precisa ter cuidado dobrado.

 

9 – A faixa da esquerda é deles

Se a via tem apenas duas faixas, aí o motorista de caminhão é livre para usar a esquerda em uma ultrapassagem, porém, se a via tem 3 ou mais faixas, o caminhão (e o ônibus) deve se manter na direita e usar apenas a segunda faixa para ultrapassagem – ah, mas tem um caminhão ultrapassando o outro, por isso que fui pra terceira – isso não é justificativa, se um caminhão está fazendo uma ultrapassagem, tenha paciência e aguarde ele terminar antes de fazer a sua. E lembre-se: a velocidade máxima para um veículo de grande porte é 90km/h.

 

10 – Todos têm o direito de ir e vir

Está na constituição:  inciso XV do art. 5º “É livre a locomoção no Território Nacional em tempo de paz…”. Então não adianta ficar bravo ou justificar que tem preferência porque está trabalhando, usar a rodovia é um direito de todos. E se todos (carro, caminhão, ônibus, moto, bicicleta…) usarem o bom-senso e a paciência, as estradas serão um local bem mais seguro e convidativo.

 

Bônus: A maioria é boa gente

É comum ver carros fazendo barbaridades no trânsito. Mas, infelizmente, é comum ver seres humanos fazendo barbaridades em todas as áreas, por isso, não julgue uma classe inteira por alguns indivíduos (pois é exatamente o que você não quer que façam com a sua profissão também). Para cada um que faz algo errado, conte quantos estão fazendo certo.

Com paciência a gente vai mais longe e de forma mais segura.

Autor: Paula Toco
Fonte: http://www.penaestrada.com.br

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10 coisas que todo motorista de carro precisa saber sobre caminhões antes de pegar a estrada

1 – Eles são mais lentos

Pode reclamar, ficar bravo, espernear, mas não tem o que fazer, a velocidade máxima permitida por lei para um caminhão é 90km/h, logo, não importa se a pista permite que o carro vá a 120, quando um caminhão for ultrapassar outro veículo, ele deverá ir, no máximo, a 90km/h. Por isso, tenha paciência, não dê farol alto, não buzine, não xingue. Muito melhor um caminhão que respeita esse limite que um em alta velocidade colocando todos em risco.

 

2 – Eles têm menos agilidade

Claro, afinal, são muito maiores. Por isso, se um caminhão começar uma manobra a sua frente, não aumente a velocidade para impedir que ele continue, não jogue o carro pra cima, apenas tenha paciência, já já ele volta pra pista dele, até porque, se ele for pego fora da faixa da direita sem um motivo, ele leva multa, então assim que ele terminar a manobra ou a ultrapassagem, ele deve voltar pra sua faixa, e você pode seguir sua viagem.

 

3 – Eles são mais altos

E, por esse motivo, as vezes, a faixa da direita pode ser um problema, principalmente quando as árvores da lateral da pista não são podadas corretamente. Aí, para não chocar o caminhão com algum galho, o motorista pode recorrer à faixa do meio. Por isso, quando um caminhão invadir a faixa do meio aparentemente sem motivos, dê uma olhada em volta antes de julgá-lo.

 

4 – Eles sentem mais os buracos da pista

E esse é outro motivo que faz com que eles, as vezes, fujam da faixa da direita, que costuma ser mais irregular. Se o motorista está arriscando tomar multa e andando na faixa do meio, ele deve ter um bom motivo pra isso, que também pode ser faixa da direita muito estreita, pedaços de outros veículos no acostamento e tantas outras coisas.

 

5 – Eles enxergam mais longe

Você pediu passagem (dando seta para a esquerda e não farol alto) e o motorista respondeu com seta pra esquerda também? Entenda o sinal. Ele não quer ultrapassar outro veículo antes de você. O mais provável é que ele, por ver mais longe, esteja vendo outros veículos vindo na direção contrária e está te sinalizando que se você fizer a ultrapassagem agora, pode se envolver em um acidente. Quando ele der seta para a direita, aí estará indicando que o caminho está livre.

 

6 – Eles, provavelmente, estão dirigindo há horas

E podem estar cansados, sob pressão. Podem ter sido desrespeitados pelo encarregado, porteiro, carregador, policial, e por isso podem estar estressados. A atividade de motorista de caminhão é uma das que mais causa adoecimento no Brasil, por isso, tenha paciência, não provoque, não xingue, respeite essa atividade.

 

7 – Eles estão levando a mercadoria que você vai usar

Se você acha que caminhões atrapalham o trânsito, então imagine você tendo que ir na horta buscar suas verduras e legumes, na roça buscar seu arroz, no pasto buscar sua carne e até pro Pará buscar seu açaí, será que dá? Não, não dá. Então, se você ajuda a provocar um acidente com um caminhão, é a sua mercadoria que não vai chegar ou que chegará mais cara.

 

8 – Eles são ainda mais lentos na subida

Você está vindo tranquilamente atrás de um caminhão a 90km/h, aí começou uma subida e a velocidade do caminhão caiu pra 60km/h. O que você faz? Sair pela esquerda no momento mais seguro é a melhor opção. Não é porque o motorista quis. Ele bem que preferiria continuar a 90, mas a maior parte de nossos caminhões são antigos e podem perder até 50% da sua velocidade numa subida. Por isso, não fique bravo, se vir que lá na frente tem uma subida, já saia de trás do caminhão antes ou diminua sua velocidade, evitando batidas traseiras ou colisões laterais ao tentar ir pra esquerda quando já estiver em baixa velocidade.

 

9 – Eles têm mais pontos cegos

Pense nos pontos cegos do seu carro, que tem mais ou menos uns 4 metros de comprimento. Agora imagine um caminhão com 15m. Os pontos cegos são muito maiores. Existe uma regra que ajuda muito os motoristas de carro: se você consegue ver o condutor de um caminhão, ele também consegue te ver. Ou seja, se você colar na traseira de um caminhão, não verá o condutor, aí ele também não te vê e um acidente pode acontecer (sem falar que é obrigatório por lei manter distância segura do veículo da frente). O mesmo vale para quando você estiver na lateral do caminhão ou quando ultrapassá-lo, não volte para a faixa colado nele, dê espaço para ter certeza que o caminhoneiro te viu entrando na frente dele.

 

10 – Eles precisam de (muito) mais espaço para frear

Você está trafegando a 80km/h e decide que é um bom momento para ultrapassar um caminhão. Dá uma olhada rápida e vê que tem um espaço entre os dois caminhões a sua frente. Acelera, passa o caminhão, entra na frente dele e freia para não colidir com o da frente. Freia na certeza que o caminhoneiro vai frear também. Mas o que muita gente não sabe é que enquanto um carro comum, a 80km/h, precisa de mais ou menos 40 metros para frear, um caminhão com 40 toneladas de carga precisa de 98 metros para parar, já um com 60 toneladas vai precisar de 108 metros. E tudo isso ainda pode variar de acordo com as condições da via, o tipo de carga carregada, a tecnologia do caminhão e tantas outras variáveis que fica muito difícil para o motorista de carro avaliar tudo isso em milésimos de segundo, quando decide ultrapassar. Por isso, só ultrapasse quando tiver certeza que é seguro.

 

Bônus: Eles são, em sua maioria, gente boa

Todo mundo tem uma história pra contar de um caminhoneiro que fez uma besteira na estrada, mas todo mundo também tem uma história de médico ruim, eletricista ruim, garçom ruim e por aí vai, ou seja, em todas as profissões tem gente boa e gente ruim. Sempre que você vir um caminhão fazendo loucura na pista, olhe em volta e veja quantos outros estão andando corretamente. Quem anda corretamente não chama atenção, por isso ficamos com a impressão que motorista de caminhão “é tudo louco”, mas não são. Use a experiência e perícia que eles têm. Comunique-se com eles no trânsito de forma amigável e verá como eles podem contribuir para uma relação mais segura e tranquila no trânsito.

Autor: Paula Toco
Fonte: http://www.penaestrada.com.br

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