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Motorista treinado, acidente zero

POR QUE AS EMPRESAS PRECISAM TREINAR SEUS MOTORISTAS

Apesar de o Brasil ser signatário do programa mundial de redução de acidentes de trânsito e de ter se comprometido a reduzir em pelo menos 50% o índice de óbitos nas rodovias até 2020, vivemos uma realidade totalmente inversa, onde a cada ano o número de mortos e sequelados tem aumentado causando dor aos entes e prejuízos aos cofres públicos e privados. Diante desse cenário a pergunta é: Será que sua empresa tem feito TUDO que pode para mudar esse cenário desfavorável?

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PANORAMA DA SITUAÇÃO

Não é segredo para ninguém que nossas estradas e rodovias estão longe de oferecer condições seguras de tráfego. Pouco, ou nada, se tem destinado, do que é arrecadado com impostos e multas de trânsito, para construção e manutenção de nossas rodovias.

Viadutos caindo; pontes interditadas por risco de desabamento; condições extremas de fluidez e congestionamento; pessoas apressadas – parece que todos têm urgência em resolver seus próprios problemas e com isso se esquecem da segurança.

Apesar de alguns desses fatores serem adversos ao condutor, certamente muito se tem a fazer pela segurança da sua equipe de motoristas e conservação da frota – automóveis ou motocicletas.

Treinar a equipe de condutores é fundamental para que o número de acidentes seja reduzido ao mínimo possível e, quem sabe, alcançar a meta de ACIDENTES ZERO.

A manutenção da frota é importante, mas de nada adianta se não tivermos bons motoristas – pessoal qualificado e bem treinado.

O que encontramos hoje – sem querer generalizar – são condutores sem um treinamento eficaz, que estejam efetivamente preparados para esta “selva de aço” que é o trânsito brasileiro.

O número de acidentes por erros na direção supera em muito a falta de manutenção dos veículos.

Obviamente que uma ação isolada não vai resolver o problema de acidentes e prejuízos materiais e físicos, mas que se fazem necessárias medidas que venham alinhar as duas coisas – frota e condutores.

A violência no trânsito é fatídica. Pessoas se transformam quando estão ao volante. A cultura de desrespeito tem se propagado e se tornado algo comum aos motoristas.

Desrespeitam as leis de trânsito; ignoram avisos e placas; trafegam no acostamento; fazem uso do celular enquanto dirigem; excedem os limites de velocidade; dentre outras tantas coisas que corroboram para esta tragédia.

Tais comportamentos talvez se justifiquem pela cultura de grandeza ao assumir a direção de uma máquina – transitam como se fossem os “senhores” das ruas.

Eis que então os acidentes acontecem, cujos resultados trazem, no mínimo, prejuízos financeiros às empresas proprietárias das frotas – e ainda colocam em risco a vida de seus colaboradores.

PROVIDÊNCIAS PARA MUDAR ISSO

Sobre os veículos, é preciso mantê-los em condições de trafegar sem colocar em risco a segurança do condutor e demais usuários das vias.

Quanto aos condutores, a cultura de EVOLUÇÃO CONTINUADA é o espírito que deve predominar. A importância de conscientizá-los das consequências de uma postura inadequada quando na condução e os danos que isso pode trazer para as pessoas, empresas e Estado.

Numa rápida auto-análise, proponho os seguintes questionamentos:

Será que o seu motorista conhece todas as placas e sinalizações de trânsito?

Conhece e respeita as normas de trânsito?

Sabe quais são os limites de velocidade nas rodovias e demais vias?

Sabe o que é Direção Defensiva?

Conhece Primeiros socorros e sabe prestar, se precisar?

Dirige com ética, prioriza a vida e preza pelo bom convívio no trânsito?

A pouco escrevi sobre o padrão dos condutores brasileiro e, neste texto, lancei este desafio: CLIQUE AQUI e teste seus conhecimentos como motorista.

COMPORTAMENTO “PADRÃO”

Condutores têm perdido a paciência por muito pouco, no trânsito. Uma simples fechada é motivo para agressões verbais e, às vezes, até física. Todo esse estresse é gerado por N fatores, mas nada que não seja aprimorado com um treinamento eficaz.

Estabelecer um padrão desejável de qualidade dos motoristas, principalmente os profissionais, é um dos objetivos no CURSO de Direção Defensiva e Manutenção Preventiva de veículos que criamos para ajudar você, empresário, a preparar sua equipe de motoristas e preservar sua frota – automóveis e motocicletas.

Neste curso seus motoristas vão aprender:

► Direção Defensiva

► Atualização sobre Legislação e Normas de Trânsito

►Procedimentos de Primeiros Socorros em acidentes de Trânsito

►Manutenção preventiva, corretiva e preditiva de veículos

O curso tem o objetivo de mostrar aos condutores profissionais por que os acidentes acontecem, quais a suas consequências e o que fazer para evitá-los.

Acidentes geram dor e prejuízos. Ignorar isso pode custar muito à sua empresa. Não perca mais tempo, acesse AQUI O NOSSO SITE e conheça melhor este curso que preparamos para treinar a sua equipe em busca da meta ACIDENTES ZERO.

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Multa para empresa que não apresentar o condutor infrator

O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) recentemente regulamentou, por meio da Resolução 710/17,  a multa a ser aplicada à  empresa (Pessoa Jurídica – PJ) que deixar de apresentar o condutor que cometer infrações em veículos de sua propriedade, nas quais a abordagem não foi possível – Radar, por exemplo.

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Se antes, apresentar o condutor infrator era simplesmente ignorado pelas empresas (PJ), agora essa conduta pode resultar na chamada “Multa NIC”. É competente para aplicar esta sanção autoridade de trânsito responsável pela lavratura do auto da infração originária para a qual não houve regular identificação do condutor infrator, sendo dispensada a lavratura do AIT para a aplicação desta multa.

Caso o auto de infração, da qual não houve a identificação do condutor, seja arquivado a Multa NIC também será arquivada.

A Multa NIC terá seu valor correspondente ao da multa originária, multiplicada pela quantidade de vezes em que ocorrer infrações com o mesmo código, considerando, para tanto, somente aquelas cometidas com o mesmo veículo, nos últimos doze meses.

Exemplo: O veículo de placa XYZ-4321 foi autuado cinco vezes, conforme descrição a seguir:

DATA TIPIFICAÇÃO CÓDIGO R$
15/03/17 Transitar em velocidade superior à máxima permitida em até 20% 745-50 130,16
09/04/17 Avançar o sinal vermelho do semáforo 605-01 293,47
22/05/17 Transitar em velocidade superior à máxima permitida em mais de 20% até 50% 746-30 195,23
06/06/17 Transitar em velocidade superior à máxima permitida em mais de 50% 747-10 880,41
02/10/17 Transitar em velocidade superior à máxima permitida em até 20% 745-50 130,16

 

Perceba que somente a 1ª e 5ª infração têm o mesmo código. Portanto, para estas será aplicada uma única Multa NIC com o valor de R$ 260,32 (correspondente ao valor da multa originária multiplicada pela quantidade de vezes em que ela se repetiu). Para cada uma das demais será aplicada uma Multa NIC com o valor da originária.

Apesar da Autoridade de Trânsito não ser obrigada a lavrar ou emitir o AIT (Auto de Infração de Trânsito), a notificação da penalidade continua obrigatória e necessariamente constará:
I – identificação do órgão ou entidade executivo de trânsito ou rodoviário que aplicou a penalidade;
II – nome da pessoa jurídica proprietária do veículo;
III – os dados do auto de infração para o qual não houve a regular indicação do condutor infrator, quais sejam: a) número de identificação; b) data, hora e local da infração; e c) código da infração.
IV – data de emissão;
V – descrição da penalidade e sua previsão legal;
VI – data do término do prazo para a apresentação de recurso;
VII – valor da multa integral e com o desconto aplicável nos termos do art. 284 do CTB;
VIII – campo para autenticação eletrônica, a ser regulamentado pelo órgão máximo executivo de trânsito da União.

O recurso da aplicação da Multa NIC seguirá os mesmos parâmetros já elencados no CTB art. 285 e Resolução 619/17 do Contran. O NÃO pagamento da multa impede a transferência de propriedade ou licenciamento desse veículo.

Portanto, se você é responsável pela gestão de frota da empresa onde trabalha, é melhor ficar ligado e não deixar de indicar o condutor nas infrações cometidas em veículos de propriedade desta instituição. Caso contrário a conta pode ficar bem mais salgada!

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