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Como eliminar o nervosismo na presença do examinador do Detran

Dois dos motivos que mais reprovam na prova de direção são o nervosismo e a ansiedade. Se você também sofre com isso veja como permanecer concentrado, mesmo sob pressão, e assim conseguir a sua aprovação no exame do Detran.

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Diagnóstico

O processo de AVALIAÇÃO é algo que, por si só, gera nervosismo, tensão e ansiedade no candidato.  A pressão psicológica e emocional é muito grande e isso acontece, basicamente, por DOIS MOTIVOS:

  1. A mente humana NÃO foi programada para ser avaliada;
  2. A figura do examinador, sentado ali do seu lado, mexe com o emocional de qualquer um.

Este último, muitas vezes com uma postura autoritarista, pouco ou nada gentil e com fisionomia fechada. Tudo isso cria, em sua mente, uma percepção negativa da pessoa do examinador, nos levando a desenvolver uma CRENÇA LIMITANTE, ao pensar que ele está ali para te reprovar.

Sua mente entende que você está  numa situação de CONFRONTO, de PERIGO, e essa situação gera inúmeras reações emocionais, cognitivas e fisiológicas com respostas físicas como 1 aumento dos batimentos cardíacos; 2 aumento da pressão arterial; 3 tensão muscular; 4 dor de cabeça; 5 suor excessivo; 6 estresse dentre outros.

O ambiente desagradável causado pela avaliação, somado à  crença limitante criada sobre a figura do examinador são dois ingrediente fatais para detonar com o seu emocional e fazer com que você perca totalmente o controle das suas ações que, consequentemente, o levará à reprovação.

Solução

Para que você possa programar o seu cérebro para adaptar-se ao sistema de avaliação, peça o seu instrutor que faça SIMULAÇÕES durante as aulas de direção, exatamente conforme o que será cobrado na prova final.

Com o tempo, o seu cérebro passará a interpretar, tanto a avaliação, quanto o ambiente de prova,  como uma situação NORMAL, natural,  e assim você se sentirá mais tranquilo.

O problema do nervosismo na presença do examinador, também será resolvido com as simulações feitas em aulas.

Como o instrutor é alguém pelo qual você tem empatia, o fato dele te avaliar durante as aulas  vai fazer o seu cérebro associar essa empatia com o examinador, cuja função também é de avaliar.

Conclusão

Se você conseguiu captar as orientações passadas até aqui, certamente já está pronto para receber uma TÉCNICA EXTRA – eu estou falando de uma técnica de reprogramação de crenças. Preste muita atenção no que fazer:

Assim que você sentar no banco do carro, imagine que o examinador, ao seu lado, está te dizendo bem baixinho: Fique tranquilo… eu estou aqui para te ajudar… você vai ser aprovado.

Fazendo isso, você vai reprogramar o seu cérebro, tirando aquela crença limitante de que ele é um carrasco e agora passa a ver ele como um amigo, alguém disposto a te ajudar.

A propósito,  essa TÉCNICA EXTRA é o tema para o nosso próximo texto aqui no blog e também do canal YouTube – Reprogramação de Crenças Limitantes.

Você pode usar o poder de associação do seu cérebro para mudar a sua percepção em relação ao processo de avaliação e também em relação ao examinador, o associando a algo positivo, simplesmente colocando em prática as orientações passadas nesse texto.

Se você gostou das dicas, lembre-se de COMPARTILHAR com os seus amigos que também estão em busca de realizar sonho da carteira de habilitação.

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A primeira fase da caminhada para quem deseja obter a habilitação de motorista é a avaliação psicológica (psicotécnico) que acontece lá na clínica credenciada pelo Detran.

Talvez você já tenha passado por esse exame na ocasião de uma contratação trabalhista ou posse em concurso público. Mas, a verdade é que a grande maioria das pessoas nunca fez esse teste e, por isso, não têm a mínima ideia de como funciona.

Pensando nisso resolvi escrever este texto para esclarecer definitivamente todas as dúvidas acerca desses exames e te apresentar dicas e técnicas que vão te ajudar a passar por eles sem maiores problemas.

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Eu sou o Dr. Eriston Mourão, psicanalista, coach e terapeuta em programação neurolinguística (PNL) e criador do programa APROVETECH que, em parceria com a equipe da LegTransito, será utilizado para mostrar técnicas e estratégias que eliminam todos os fatores de descontrole emocional na hora da prova e, então, conseguir a aprovação nos exames e realizar o sonho da carteira habilitação.

POR QUE FAZER EXAME PSICOTÉCNICO

O exame psicotécnico é constituído de testes que avaliam, dentre outros, a personalidade e as tomadas de decisões, do candidato, no desenvolvimento de determinadas atividades.  Serve para verificar as condições psicológicas do motorista diante de situações que o exponham ao estresse e que gerem ansiedade ou nervosismo – sintomas muito comuns nos motoristas.

Serão avaliadas habilidades como: coordenação motora, concentração, atenção, memória, tomada de decisões, raciocínio lógico, destreza diante de certas situações, controle psicológico e emocional.

O teste avalia também a prudência e o “temperamento” do condutor no trânsito; como ele reage diante de situações de irritação e expõe traços de sua personalidade definindo sua destreza e aptidão para conduzir um veículo situações adversas.

Veja ESTE TEXTO onde eu mostro porque o nervosismo atrapalha tanto na hora da prova do Detran e o que você pode fazer para acabar com esse problema.

Ressalte-se a importância de todos esses exames, uma vez que o condutor deve estar preparado psicologicamente para assumir a direção de um veículo – o fator psicológico é determinante para a segurança no trânsito, sua e de terceiros, pois é isso que define a maneira como ele vai se comportar diante de situações adversas.

O PERIGO DOS TESTES REALIZADOS POR NÃO PROFISSIONAIS

Em meados de 2012, aconteceu uma polêmica no mundo virtual que envolvia os testes psicotécnicos. Alguns sites disponibilizaram testes psicotécnicos, aplicados por pessoas sem a devida formação e credenciamento.

Diante do ocorrido, o Conselho Federal de Psicologia (CFP) considerou irregular a publicação e aplicação online desses testes e, portanto, que os responsáveis estavam cometendo uma contravenção penal de exercício ilegal da profissão. Ao aplicar os testes indevidos, essas pessoas exerciam a profissão sem a formação específica e sem habilitação legal para tanto.

Diante disso, o juiz da 21ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal determinou que os conteúdos e palavras-chaves, relacionadas aos exames, fossem retiradas do Google, Bing e Yahoo, dentre outras, em até 48h.

Conforme a ação movida pelo Ministério Público Federal (MPF), a divulgação indevida desses testes, além de prejudicar a categoria dos psicólogos – atentando contra um de seus mais importantes instrumentos de trabalho –, pode levar candidatos não adequados à aprovação.

Na sua maioria, os testes retirados da internet não foram criados por profissionais e, por isso, seus efeitos são duvidosos. Portanto, antes de se aventurar em um destes testes virtuais, certifique-se de sua procedência e não se iluda com os resultados obtidos neles.

COMO SÃO REALIZADOS OS EXAMES PSICOTÉCNICOS

Por meio de testes onde são utilizados desenhos e traçados é possível avaliar como a pessoa age em situações de adversidade, emergência e nas tomadas de decisões, necessárias à adequada condução do veículo.

 

Teste Palográfico: trata-se um instrumento ou teste expressivo com o objetivo de obtenção de dados e informações sobre determinada pessoa – personalidade, caráter, tipo de inteligência apresentada, grau de instrução e características emotivas.

Como se preparar para ser aprovado no exame Psicotécnico do Detran

 

Testes que avaliam a atenção, o raciocínio e a memória são aplicados para avaliar o nível de concentração do candidato e se ele é capaz de manter o foco em determinada atividade. Aplicam-se exercícios que apresentem, simultaneamente, os estímulos visuais e sonoros para verificar o grau de dispersão da pessoa – a dispersão é um fator de elevado risco no trânsito, por isto o teste de atenção é fundamental.

 

Para avaliar o seu nível de raciocínio, os exercícios podem envolver desenhos e figuras geométricas, imagens em determinadas sequências ou números diferentes.

 

Quanto à avaliação referente à memória, o psicólogo pode apresentar diversas imagens e solicitar que o candidato responda em que momento viu determinada figura.

 

COMO SE PREPARAR PARA O TESTE PSICOTÉCNICO

Antes de tudo, é importante ressaltar que não existe certo e errado no teste psicotécnico do DETRAN. Tratam-se de características pessoais avaliadas para saber se o indivíduo tem condições de dirigir. Portanto, não é necessário estudar algo antes da realização do exame. Mas, de qualquer maneira, existem algumas dicas que podem ajudar você neste momento.

Dicas:

Fique por dentro de todas as técnicas que ensinamos no programa APROVETECH e passe de primeira no exame psicotécnico do Detran.

Para fazer a coisa certa:

De qualquer modo, não se preocupe demais, pois é humanamente impossível executar uma tarefa perfeitamente. Portanto, basta que você seja honesto ao realizar o teste e faça o que você sabe, da forma como acredita que deve ser feito.

Para dissipar problemas:

No dia que antecede o seu exame, consumir alimentação leve; Não ingerir bebidas alcoólicas ou entorpecentes; Dormir cedo; Evitar ficar muito tempo na frente da televisão, celular ou computador; Evitar discussões com pessoas de sua convivência (cônjuge, colegas de trabalho e outros).

Para exercitar o cérebro:

Fazer algumas atividades fora da sua rotina ou algo que exija esforço e concentração. Coisas que você não esteja habituado a fazer, como por exemplo: Ler de trás para frente; Percorrer um trajeto diferente até o seu trabalho; Vestir-se de olhos fechados; Ver as horas num espelho; Trocar o mouse do computador de lado; Escovar os dentes utilizando as duas mãos.

O QUE ACONTECE EM CASO DE REPROVAÇÃO NO TESTE PSICOTÉCNICO

A resolução 425/12 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), em seu artigo 9º estabelece:

“Art. 9º – Na avaliação psicológica o candidato será considerado pelo psicólogo perito examinador de trânsito como:
I – apto – quando apresentar desempenho condizente para a condução de veículo automotor;
II – inapto temporário – quando não apresentar desempenho condizente para a condução de veículo automotor, porém passível de adequação;
III – inapto – quando não apresentar desempenho condizente para a condução de veículo automotor.”

Como se pode observar, existem três possibilidades de avaliação:

1. Você pode não apresentar impedimentos psicológicos e ser considerado APTO para dirigir;

2. pode ser considerado como temporariamente INAPTO. Nesse caso, seu desempenho psicológico pode se tornar adequado para dirigir e você poderá refazer o teste quando o prazo de inaptidão findar;

3. ou simplesmente INAPTO. Isso significa que você não apresenta as características mínimas necessárias para a condução de um veículo.

De qualquer forma, frente a um resultado negativo (inapto ou inapto temporariamente), você poderá pedir uma reavaliação e solicitar que o psicólogo explique os motivos pelos quais sua apreciação não foi positiva.

O candidato não considerado apto terá até 30 dias para solicitar uma nova avaliação, de acordo com o artigo 11 da referida Resolução:

“Art. 11. Independente do resultado do exame de aptidão física e mental e da avaliação psicológica, o candidato poderá requerer, no prazo de trinta dias, contados do seu conhecimento, a instauração de Junta Médica e/ou Psicológica ao órgão ou entidade executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal, para reavaliação do resultado”.

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Coautor: Dr. Eriston Mourão

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Como controlar o nervosismo na hora da prova de direção do Detran

É comum pessoas desistirem dos seus sonhos por conta de traumas psicológicos causados pelo fantasma da AVALIAÇÃO. Seres humanos não foram preparados psicologicamente para ser avaliados. Esse tipo de condição gera nervosismo, ansiedade e outras sensações incômodas, tanto física quanto psicologicamente. Mas como superar esse bicho-papão? Isso é o que me proponho a mostrar nas próximas linhas deste texto.

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Primeiramente trago a reflexão sobre a pressão psicológica que acontece no momento do exame prático de direção. É algo tão temeroso que, quase sempre, se transforma num “pesadelo” para aqueles que buscam a sua habilitação. O desequilíbrio emocional é, comprovadamente, responsável por um déficit de, pelo menos, 30% do rendimento na hora da prova. Logo, a reprovação acontece mais por conta desse desequilíbrio do que pela falta de domínio com o veículo.

De certo modo, esse “fantasma” não aparece do nada. Ele é consequência de uma série de fatores que nos levam a criá-lo dentro de nossas mentes. Problemas tais como gastos financeiros, cobrança de parentes e amigos, baixa autoestima e até a ansiedade pela realização desse sonho, são responsáveis pelo comprometimento do aspecto emocional que pode, facilmente, se tornar num trauma quase irreversível, motivo pelo qual tantas pessoas adiam ou até desistem do seu objetivo.

Nesse contexto, algo comum é ouvir pessoas dizendo: “Me deu branco”! Manobras facilmente executadas nas aulas, na hora H não funcionam. As pernas tremem… a gente esquece até como se liga o carro! Colocar o cinto de segurança… sem chance de lembrar! São candidatos que sabem dominar o carro na presença do instrutor, mas diante do examinador se sentem totalmente fragilizados e incapazes.

Alguns dos principais motivos que têm levado à reprovação estão ligados ao déficit de atenção, justamente causado pelo choque emocional sentido na hora da prova. O ato de dirigir requer tomada de decisão, atenção constante, memória adequada e raciocínio rápido. É indispensável que estejamos bem emocionalmente para que consigamos avaliar  e decidir sobre como agir corretamente na condução do veículo.

Considerando uma perda de 30% no rendimento e sabendo que a média para aprovação fica em torno de 70%, podemos deduzir que o ideal seria que chegássemos o mais próximo possível dos 100% durante as aulas e, para isso, o número de treinos costuma ser insuficiente. Infelizmente, os instrutores são excelentes na preparação para o domínio com o veículo, mas quase nada eficientes no que diz respeito à preparação psicológica / emocional.

Daí a importância da assistência do profissional psicólogo. Ele conhece as dificuldades que, normalmente, assolam aqueles que estão em busca da habilitação e, com algumas sessões,  consegue fazer com que se sintam capazes de enfrentar esse “bicho de 7 cabeças” que é o exame de direção. Com a ajuda do Dr. Eriston Mourão, especializada em casos dessa natureza, deixo três dicas de atitudes que podem te ajudar a combater esse mal:

PREPARE O DIA DO SEU EXAME

É muito importante que você se mantenha tranquilo, se alimente adequadamente  e  organize seu tempo. Evite possíveis imprevistos ou aborrecimentos e chegue com antecedência. Já na área de exame, acomode-se num local mais reservado. Fuja de conversas paralelas que possam desencadear emoções apreensivas. Afinal estão todos em momento avaliativo, assim como você.

CUIDE DOS SEUS PENSAMENTOS

Procure silenciar sua mente – ficar pensando em possíveis “erros” não vai te ajudar em nada. Prefira pensamentos repetitivos como “Eu posso; Eu quero; Eu consigo”. Isso ativa emoções positivas que fortalecem a sua autoconfiança e envia mensagens que estimulam o seu cérebro a executar corretamente aquilo que você aprendeu.

EXECUTE AS AÇÕES DEVAGAR

Durante o seu exame, faça tudo devagar. Você está em um momento avaliativo, são muitas as informações a serem processadas e executadas. Fazer devagar vai  te auxiliar na concentração e inibir possíveis falhas de memória. A cada comando do examinador, procure primeiro pensar no que vai fazer para depois agir.  Lembre-se, você treinou e se preparou durante as suas aulas. Agora é hora de dar o seu melhor e lembrar que esta não é a única nem a última oportunidade. Portanto, confie no seu potencial, mas não se autopressione.

Chega de se sentir humilhado e gastar rios de dinheiro com reprovações. CLIQUE AQUI e aprenda todas as técnicas para dominar a sua mente e controlar seu estado emocional na hora das provas do Detran.

Com essas dicas espero ter contribuído, pelo menos um pouco, para a superação desse problema que assombra, não só a você, mas a maioria das pessoas NORMAIS. Isso mesmo, pessoas normais que têm sentimentos, medos e responsabilidades. Costumo brincar que: “Atrás do volante existe uma “cabeça”, que precisa estar bem para guiá-lo – e se você chegou até aqui é porque você é capaz!

Um excelente exame para você!

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Enfrentamos, ao longo da nossa vida, muitas provações, testes e exames, boa parte deles decisivos para a aquisição e conquista de algum objetivo.

Quando uma pessoa busca habilitar-se pela primeira vez, passa por pelo menos 4 exames, sendo dois deles altamente influenciáveis pelas condições emocionais da pessoa: exame teórico-técnico e exame prático de direção veicular.

O primeiro, cujo objetivo é avaliar o conhecimento da legislação de trânsito, se dá através de questões de múltipla escolha, dentro de um tempo limite (no Rio Grande do Sul são 60 minutos), o qual exige um mínimo de 70% de acertos para aprovação.

Neste exame, percebe-se que o aspecto emocional surge, sobretudo na baixa auto-estima, pois alguns candidatos, sobretudo idosos e com baixa escolaridade, sentem-se incapazes de lidar com as exigências da prova, queixam-se do tempo ofertado, temem confundir-se no momento de marcar as respostas na grade oficial, dentre outros elementos que acabam aumentando o nível de ansiedade do candidato.

É verdadeira a necessidade de saber interpretar as questões, possuir o conhecimento prévio, adquirido, sobretudo no curso teórico-técnico, entretanto, percebe-se que a dúvida paira no pensamento de alguns candidatos que, pela sua história de vida, sentem-se ‘inferiores’, até mesmo ‘indignos’ de obterem a habilitação, apesar de virem, na maioria dos casos, por livre e espontânea vontade.

Cada caso deve ser analisado, porém, importante ao candidato que sente-se inferiorizado, seja por si mesmo, seja pela família ou sociedade (ou o que pensa sobre o que pode pensar a sociedade), deve ser resignificado, repensado e colocado sob novas perspectivas, sem desconsiderar as reais dificuldades, porém não dando a elas o crédito pelo fracasso.

Entretanto, é no exame de direção que os aspectos psicológicos contribuem para a reprovação do candidato. Aqui, em muitos casos, o candidato tinha as condições puramente técnicas em perfeita ordem, mas emocionalmente ainda não está devidamente empoderado da sua capacidade. O nervosismo, a ansiedade, são inerentes aos processos avaliativos em geral, mas na condução de um veículo, culturalmente temos mitos e discursos sociais que acabam aumentando a ansiedade, o medo e nervosismo durante o exame. A figura do Examinador de Trânsito, quando desvirtuada da sua real função, pode ensejar numa crença de que a função desse profissional é reprovar, e não avaliar. Muito comum a ideia de que a avaliação serve ‘pra passar’, a não como realmente um fator legal de análise das condições do candidato poder dirigir em via pública devidamente habilitado.

Outra crença irreal e que dificulta as pessoas, é o fato de que somente as 20 horas/aula, por exemplo, são suficientes. O processo de habilitação, que possui carga horária mínima, mas não máxima, é visto como uma coisa, um objeto adquirido, sendo que ao completar a carga horária mínima, mesmo com o Instrutor afirmando a necessidade de mais aulas, a maioria dos candidatos opta por fazer o exame, indo para a avaliação não preparado como deveria, reprova e acaba frustrando-se. Aliás, a baixa tolerância à frustração também é um elemento psicológico que dificulta, especialmente ao candidato que reprova quando tinha certeza de que estava pronto. Cai a casa e a pessoa sente-se frustrada, enganada, até mesmo com raiva de si, do Instrutor ou do Examinador.

Estes são alguns pontos importantes que dificultam o processo de formação e, especialmente, as avaliações. Apesar do sistema de formação necessitar ser revisto (opinião deste profissional), dentro das limitações inerentes a cada um de nós, estes pontos destacados no texto podem, num nível consciente ou até inconsciente, estar dificultando a aquisição da habilitação.

Por esse motivo e outros, é importante um acompanhamento psicoterapêutico durante o processo, na medida em que o Psicólogo, sendo especialista em trânsito, será capaz de auxiliar a pessoa/candidato nos aspectos que podem estar atrapalhando seu sucesso, sendo que se houver o engajamento seu e do profissional Psicólogo, há maiores chances de aprovação.

Procurar um psicólogo não quer dizer que você está doente, apenas de que deseja auxílio profissional para alcançar o objetivo, que neste caso, é a habilitação.

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Tão importante quanto escolher um bom instrutor, é saber escolher um bom veículo para realizar suas aulas e obter sucesso em seu exame de direção. Ao escolher o carro o aluno deve se atentar para alguns pontos. Vejamos: 

Dê preferência a carros com direção hidráulica. Isso fará muita diferença na hora de você treinar manobras, principalmente baliza. Um carro que não tem direção hidráulica, além de desgastar fisicamente o aluno, com certeza prejudica muito na hora do exame. Imagine você fazendo uma baliza e fazendo um esforço enorme pra virar o volante. A sua cara de sofrimento certamente não passará para o examinador um aspecto agradável. Dirigir requer, dentre outros aspectos, elegância. Isso mesmo “ELEGÂNCIA”. Eu, particularmente, sei se uma pessoa dirige bem ou mal só pela elegância que ela apresenta ao dirigir.

Escolha carros com campo de visão (dentro pra fora) mais amplo. Entre no carro e olhe pra frente, pros lados e para trás. Observe se a visão de dentro pra fora é agradável. Tente não ficar esticando o pescoço para alcançar o que está tentando ver lá fora, isso é muito deselegante. Na minha opinião, os melhores carros neste quesito são: o Fiat Uno (modelo antigo) e o Chevrolet Celta. Estes dois têm um campo de visão ótimo e isso vai fazer muita diferença na hora de fazer uma baliza ou encostar paralelo ao meio fio.

Considere a potência do motor do veículo. Se o campo de visão é um fator relevante na hora de fazer uma baliza, a potência do motor também é fundamental na hora de arrancar com o veículo, principalmente em aclives (subidas). Neste quesito, o melhor carro é o Chevrolet Celta. É um carro leve e com um excelente potencial de arrancada em aclives. Muitas reprovações acontecem devido ao aluno deixar o carro morrer (interromper o funcionamento do motor) na hora de sair com o veículo nas subidas. Portanto, não deixe de analisar este importante quesito.

Exija carros em bom estado de conservação. Treinar e fazer exame em um carro em mau estado de conservação é suicídio. Com certeza você será prejudicado com isso e depois vai ficar culpando o veículo. O examinador não o eximirá da culpa caso o problema seja com o veículo. Portanto, escolha um bom carro. O seu exame consiste, inclusive, em saber avaliar o estado de conservação do veículo.

DICA – É importante você dirigir outros modelos de carros. Escolher um carro para treinar e fazer o exame de direção é, sem dúvida, uma regra fundamental para sua aprovação. Mas atente-se para o fato de você, após estar com sua habilitação na mão, precisar dirigir veículos diferentes, inclusive o seu. Já vi casos em que a pessoa, desde o primeiro contato com o “volante”, aprendeu no veículo do CFC (autoescola). Acostumou tanto com o veículo que ficou dependente dele. Resultado, a pessoa adquiriu sua habilitação e depois não conseguiu dirigir o seu próprio veículo.

Por fim, digo que a referência a algumas marcas e modelos de veículos não teve qualquer relação com merchandising (publicidade). A finalidade foi, única e exclusivamente, facilitar a compreensão dos leitores no que diz respeito ao conteúdo apresentado. Aguardo você para o nosso próximo encontro: “O MELHOR HORÁRIO PARA REALIZAR AS AULAS”. Fique ligado!

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